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Noite de Luxúria em Lisboa: Minha Entrega Total num Hotel 5 Estrelas

Cheguei de jato privado de Paris direto para o Ritz em Lisboa. O ar quente da noite portuguesa envolvia tudo, misturado ao cheiro do meu perfume Tom Ford, Oud Wood, que pairava no ar. Ele esperava na suíte presidencial, com vista para o Tejo. Vestido de linho branco, copo de champanhe Veuve Clicquot na mão. ‘Vem cá, minha linda’, murmurou, voz grave como o ronco do mar.

Sentei no sofá de veludo, pernas cruzadas, sentindo a seda da saia subir devagar. Nossos olhares se prenderam. Silêncio pesado, só o tilintar dos copos. Ele se aproximou, mão na minha nuca, lábios roçando os meus. Beijo lento, línguas dançando, gosto de morango do champanhe. ‘Quero-te tanto’, sussurrei, corpo colando no dele. Mãos dele nas minhas coxas, subindo, sentindo a pele arrepiar.

A Tensão que Consome no Ritz de Lisboa

Deitamos na cama king size, lençóis de 1000 fios roçando como carícia. Ele desabotoou minha blusa, beijando o decote. ‘Estás tão molhada já’, disse, dedo traçando o mamilo sob o renda. Gemi baixinho, unhas cravando no peito dele. Tirei a camisa, pele quente, cheiro de colônia Creed. Nossos corpos se fundiram, só renda e cueca entre nós.

A villa privada no Algarve nos esperava no dia seguinte, via iate de luxo ancorado na marina. Mas ali, no hotel, a tensão explodiu. Ele baixou minha saia, cueca de renda preta encharcada. ‘Olha esta cona molhada pra mim’, rosnou, dedos abrindo minhas pernas. Lambi o pau dele, grosso, veias pulsando, pré-gozo salgado na língua. Chupei devagar, olhando nos olhos, mão apertando as bolas. ‘Caralho, que boca gulosa’, gemeu, mão no meu cabelo.

O Êxtase Selvagem e o Depois Divino

Empurrei-o na cama, montei, cona roçando o pau duro. ‘Fode-me agora’, implorei. Ele rasgou o preservativo, enfiou devagar, centímetro por centímetro, enchendo-me até o fundo. Gritei, unhas nas costas dele. Ritmo louco, coxas batendo, suor misturado ao cheiro de sexo e jasmim da noite. ‘Mais forte, fode esta cona gulosa!’, berrei. Ele acelerou, pau batendo no colo do útero, eu gozando forte, contrações sugando-o.

No iate ao pôr do sol, continuamos. Ele me comeu de quatro no convés, vento quente no cu exposto, pau arrombando sem piedade. ‘Vou encher-te de porra’, grunhiu, jatos quentes dentro, mesmo com proteção. Gozei de novo, pernas tremendo, corpo mole.

Deitados na villa de luxo, piscina infinita com vista para o Atlântico, ele me abraçou. ‘Foste incrível, minha deusa’, sussurrou, beijando o pescoço. Senti-me rainha, corpo saciado, cheiro de sexo no ar, taça de porto na mão. Privilégio puro, luxo e luxúria entrelaçados. Quero mais, sem tabus, só prazer eterno.

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