Ontem à noite, cheguei ao Four Seasons em Lisboa, o ar cheirava a jasmim e maresia quente. O meu vestido de seda preta colava-se à pele suada pela noite portuguesa. Ele esperava-me no bar, um rapaz jovem, olhos nervosos, como o Martin que a minha amiga me enviou. ‘Celia?’, perguntou, voz tremendo. Sorri, o meu perfume Chanel N°5 envolveu-nos. Pedimos champanhe Veuve Clicquot, bolhas frias na língua, efervescentes como o desejo que crescia.
Sentei-me perto, a minha coxa roçando a dele. ‘Conta-me da tua rapariga’, disse, mão no joelho dele. Ele gaguejou sobre a loira tímida, como não a fizera gozar. Ri baixinho. ‘Cada cona é um mundo único. Vou ensinar-te.’ Levantei-me, levei-o ao quarto suite, vista para o Tejo. A luz suave das velas, lençóis de linho egípcio. Descalcei-me, os saltos ecoaram. Abracei-o, beijo lento, lábios picando os dele. ‘Sente o meu corpo’, murmurei. As minhas tetas fartas pressionavam o peito dele, mamilos duros sob a renda.
A Atmosfera Exclusiva e a Tensão que Subia
As mãos dele tremeram nas minhas ancas. Guiei-as para cima, para as tetas. ‘Assim, devagar.’ Beijei o pescoço dele, mordisquei a orelha, cheiro a colónia fresca. Ele gemeu. Desabotoei a camisa, língua no peito liso. A tensão subia, o ar denso de desejo. ‘Despir-me’, ordenei suave. O vestido deslizou, revelando lingerie vermelha, fio dental apertado na cona já húmida. Ele engoliu em seco.
No iate privado no Algarve, depois do jet que nos levou em hora, o sol poente tingia o mar de ouro. Mas primeiro, no hotel, a lição começou. Beijos profundos, línguas dançando, mãos apertando as minhas nádegas carnudas. ‘Morde aqui’, disse, virando-me. Ele obedeceu, dentes na pele, enviando arrepios. Deitei-me na cama king size, pernas abertas. ‘Vem, cheira-me.’ Ele aproximou o rosto, inalou o meu aroma épico, cona inchada, lábios grossos. ‘Linda’, murmurou. Lambi os dedos dele com a minha baba, mostrei-lhe o gosto salgado, doce.
O Sexo Selvagem e o Êxtase sem Filtros
Ele desceu, língua no clitóris, devagar como ensinei. ‘Mais tempo, sente cada dobra.’ Gemi, ‘Assim, caralho, chupa a minha cona.’ Dedos na minha racha, enfiando devagar, enquanto lambia o cu, tímido no início. ‘Enfia a língua no meu cu, vai.’ Ele fez, voraz, barba roçando, eu tremia. Gozei forte, jatos quentes na cara dele. ‘Boa, miúdo.’ Levantei-me, empurrei-o na cama. Desnudei-o, o caralho duro, veias pulsando. Chupei devagar, bolas na boca, garganta funda. ‘Sente como eu engulo tudo.’ Ele uivou.
Virei de quatro, cu no ar. ‘Fode-me a cona primeiro.’ Ele entrou, lento, sentindo as paredes apertarem. ‘Devagar, sente cada centímetro.’ Acelerei, ‘Mais forte, fode-me como uma puta!’ Pancadas ritmadas, bolas batendo, suor misturado. Puxei-o para o cu, lubrificado pela minha baba. ‘Enfia no cu, devagar.’ Ele obedeceu, esticando-me, dor prazerosa. ‘Caralho, que cu apertado!’ Fodi de volta, gemendo alto, ondas do Tejo ao fundo. Gozei de novo, cona esguichando, ele explodiu dentro, porra quente enchendo-me.
No iate depois, nus no deck, vinho rosé gelado na pele. Ele lambia o meu corpo salgado pelo mar. Gozámos mais, lento, luxurioso. Agora, de volta à villa no Algarve, sinto o corpo saciado, músculos doridos de prazer. Foi um privilégio, este jovem devorado pelo luxo e luxúria. Ele vai fazer a namorada delirar. Eu? Já ansiosa pela próxima lição. A vida de elite é isto: prazer sem limites, em cenários de sonho.