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Minha Noite de Luxúria em Lisboa: Um Encontro Selvagem num Hotel 5 Estrelas

Era uma tarde quente em Lisboa, quase de primavera. Eu passeava pelo lobby do Four Seasons, o ar condicionado fresco beijando minha pele. Vestido vermelho colado ao corpo, saltos altos cinza, luvas a combinar. Meu perfume, Tom Ford Oud Wood, pesado e viciante, pairava no ar. Vi-lo ali, no bar: alto, elegante, olhos famintos. Ele me seguia com o olhar, como eu o seguia.

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Sentei-me numa chaise longue ao sol filtrado pelas janelas. Cruzei as pernas, a saia subindo devagar nas coxas nuas. Ele aproximou-se. “Olá, sou Mariana…” Murmurei, voz rouca. “Pedro”, respondeu, sentando-se perto. Conversa banal: o vinho verde pétillant, borbulhas na língua, o calor da noite portuguesa. Mas os olhares… Ah, os olhares diziam tudo. Ofereci-lhe um chá no salão privativo. Horas depois, jantar íntimo no rooftop, vista para o Tejo. “Vem comigo”, sussurrei, “tenho um jet para a Algarve.”

A Tensão no Hotel de Luxo e o Jet para o Paraíso

No jet privado, couro macio sob mim, champagne gelado. Suas mãos roçaram minha coxa. Eu sem cueca, só pele quente. Ele inalou meu cheiro, misturado a couro e desejo. Na villa de luxo na Algarve, vista para o mar, iates ao longe. Colou-se às minhas costas na varanda, braço sobre meu ombro, apontando luzes. Nariz nos meus cabelos negros ondulados. Mão na anca, subindo a saia. Dedos encontraram minha cona peluda, molhada. “Estás nua…”, gemeu. Eu ri, provocante.

Ele roçou a pica dura nas minhas nádegas. Meu peito arfava, mamilos duros sob o vestido. Mão dele no meu peito, apertando devagar. Dedos na cona, abrindo os lábios, achando o clitóris inchado. Eu gemi, coxas abrindo. “Fode-me com os dedos”, pedi. Ele obedeceu, mergulhando na minha humidade, fodendo rápido. Eu dandava, esfregando o cu na pica dele. Gozei forte, esguichando nos dedos dele, corpo tremendo.

Virei-me, beijo profundo, língua dançando. Desabotoei-lhe a camisa, palpei o peito. Baixei as calças, a pica saltou, grossa, veias pulsando. Chupei-a gulosa: lambi a cabeça, engoli até à garganta, bolas na boca. Ele gemeu, “Caralho, Mariana…”. Pressionei os dedos no escroto dele, parando o gozo. Duas vezes. Ele implorou. Levantei a saia, virei-me, apoiei na balaustrada. “Enfia na cona.” Guiou a pica, quente, escorregadia. Fodemos devagar, eu sentindo o plug no cu – sim, eu tinha-o enfiado mais cedo, vibrando desejo o dia todo.

A Foda Selvagem na Villa: Luxo e Luxúria sem Limites

Ele parou, surpreso. “O que é isto?” Ri: “Meu segredo, fica aí. Dobra o prazer.” Recomeçou, batendo no plug através da parede fina. Fodi mais forte, ele nas ancas, eu gritando. Gozou dentro, jatos quentes. Eu gozei de novo, cona apertando.

Ele caiu no sofá, eu montei: cona aberta, engoli a pica toda. Cavalguei louca, seios balançando, mão no clitóris. O plug massageava tudo. Gozei explosiva, corpo convulsionando, borbulhas de suor na pele. Ele gozou segunda vez, enchendo-me.

Ficamos ali, ofegantes, cheiro de sexo e mar. Levantei-me graciosa, nuas as curvas bronzeadas. Beijei-o lento. Saí pela porta, saltos clicando, sem número, sem promessas. Amanhã? Talvez no hotel. Este privilégio, este luxo selvagem… Inesquecível. Corpo ainda lateja, alma saciada.

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