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Noite de Luxúria no Ritz de Lisboa: Minha Confissão Ardente

Estava no bar do Ritz, em Lisboa, o ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Acabara de chegar de jet privado de Paris, o corpo ainda vibrando com o ronco dos motores. Eu, Marta, 32 anos, pele morena portuguesa, vestido de seda preta colado ao corpo, copo de champanhe Veuve Clicquot na mão. A noite quente de Lisboa entrava pelas janelas, misturando-se ao jazz suave.

Ele apareceu, João, alto, terno Tom Ford impecável, olhos que devoravam. Sentou-se ao meu lado, pediu um Porto Tawny. ‘Estás sozinha?’, murmurou, voz grave como o fado. Hesitei, sorri. ‘Agora não.’ Conversa fluiu, toques acidentais – a mão dele na minha coxa, o calor subindo. ‘Desde que te vi, o meu quarto parece vazio’, confessou, ecoando algo que eu sentia. O coração acelerou. Bebi um gole, o bolhas picando a língua.

A Tensão no Bar do Ritz

Subimos à suite presidencial. Elevador de mármore, perfume de lavanda. Porta abre: cama king size com lençóis de seda egípcia, vista para o Tejo piscando luzes. Ele trancou a porta. ‘Marta, eu quero-te. Toda.’ Avancei, beijei-o. Línguas dançando, mãos dele nas minhas nádegas, apertando firme. Tirei o vestido, sutiã de renda caindo. Os seios livres, mamilos duros pelo ar condicionado.

Ele ajoelhou-se, beijou a barriga, desceu às cuecas fio dental. Cheirava a desejo, a mim molhada. ‘Estás ensopada’, disse, voz rouca. Lambeu devagar, língua no clitóris inchado. Gemi, pernas tremendo. ‘Chupa-me mais fundo.’ Ele obedeceu, dedos abrindo a cona, língua mergulhando no mel. Eu segurei a cabeça dele, empurrando contra mim. O luxo ao redor – cristal do candeeiro refletindo – tornava tudo mais sujo.

Levantei-o, despí-o. Pau duro, veias pulsando, cabeçona vermelha. Tomei na boca, saliva escorrendo, branquei forte. Ele gemia: ‘Caralho, Marta, engole tudo.’ Chupei as bolas, língua na rola. Ele me deitou na cama, seda fresca na pele quente. Abriu as pernas, pau na entrada da cona. ‘Enfia já’, pedi. Entrou devagar, preenchendo-me. Vaivém lento, depois feroz. Batia fundo, bolas no cu. ‘Fode-me mais forte!’, gritei. Ele acelerou, mãos nos peitos, beliscando mamilos.

Explosão de Desejo na Suite Presidencial

Virei de quatro, bunda empinada. ‘Agora o cu.’ Ele cuspiu, dedo no ânus apertado, abrindo. Dois dedos, depois o pau. ‘Devagar… ah, foda-se, entra todo!’ Penetrou, queimava gostoso. Eu toquei o clitóris, molhada pingando. Ele bombava, suado, cheiro de macho. ‘Vou gozar!’, urrou. Mudou para a cona, jorrou porra quente dentro. Eu explodi, cona contraindo, grito ecoando na suite.

Ele me montou de novo, eu no pau, cavalgando selvagem. Seios balançando, unhas nas costas dele. Gozei outra vez, corpo mole. Depois, deitei no peito dele, dedo no cu dele agora, brincando. ‘Mais uma?’, sussurrei. Ele riu, pau endurecendo.

De manhã, jet para o Algarve, iate ancorado. Villa de luxo esperava, mas aquela noite… no Ritz, luxo e luxúria fundidos. Sinto-me privilegiada, saciada. Corpo dolorido, alma plena. Quero mais, sempre mais. Ele liga: ‘Volta logo, Marta.’ Sorrio. A vida é curta para tabus.

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