Acabo de aterrissar no jet privado, o ar quente de Lisboa envolve-me como um abraço pecaminoso. O Ritz Four Seasons brilha lá em baixo, as luzes do Tejo piscando como promessas. No rooftop bar, bebemos Dom Pérignon gelado, bolhas crepitando na língua, misturado com o sal do mar. O meu vestido de seda preta roça a pele, os mamilos endurecem com o vento da noite portuguesa. Olho para o Miguel, os olhos dele famintos. ‘Queres-me agora?’, sussurro, o hálito com aroma de pêssego e álcool.
Entramos na suite presidencial, tapetes persas macios sob os saltos, o cheiro de jasmim e couro italiano no ar. Ele fecha a porta, eu titubeio um pouco – o champanhe soltou-me. Agarro-o pelo colarinho da camisa Armani, o seu perfume Creed invade-me as narinas. ‘Faz-me tua puta esta noite’, digo, mordendo o lábio. Ele ri, mas os olhos traem o desejo. Desabotoo a camisa dele devagar, unhas vermelhas riscando o peito bronzeado. ‘Estás molhada?’, pergunta, mão subindo pela minha coxa. ‘Sente’, respondo, guiando os dedos dele à renda húmida das cuecas.
A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão que Acende
Ele empurra-me contra a cama king size, lençóis de 1000 fios como nuvem. Eu arranco a gravata, lambo o pescoço salgado. ‘Chupa-me primeiro’, ordeno, voz rouca. Ele obedece, ajoelhando-se. Mas eu viro o jogo: abaixo-me, zipper do fato dele range, o caralho salta duro, veias pulsantes. ‘Que cabrão grosso’, murmuro, lambendo a cabeça rosada, pré-gozo salgado na língua. Engulo devagar, garganta relaxada pelo vinho, sentindo-o inchar na minha goela.
‘Porra, engole tudo!’, geme ele, mãos no meu cabelo solto. Eu acelero, baba escorrendo, bolas batendo no queixo. O couro do cinto dele cheira a luxo e sexo. Ele puxa-me para cima, rasga o vestido – tecido caro rasgando é música. ‘A tua cona é minha’, rosna, mergulhando a língua nas minhas pregas encharcadas. Lambe o clitóris inchado, dedos enfiados fundo, curvados no ponto G. ‘Grita, vadia!’, manda. Eu arqueio, unhas cravadas nas costas dele, o calor da noite amplifica cada choque. Ele mama o clitóris como fome, eu gozo violento, sumos jorrando na boca dele, pernas tremendo no ar condicionado fresco.
O Êxtase Cru e a Explosão de Prazeres Proibidos
Agora ele monta-me, caralho forçando entrada na cona escorregadia. ‘Fode-me forte!’, imploro. Ele martela, bolas chapinhando, suor misturando-se ao óleo de massagem na mesa de cabeceira. Mudo de posição, cavalga-o eu, seios balançando livres, mamilos duros roçando o peito dele. ‘Enche-me de porra!’, grito, contraio a cona à volta da haste latejante. Ele explode, jatos quentes inundando-me, eu gozo de novo, visão turva com fogos no Tejo.
Desabamos nos lençóis amarrotados, champanhe morno ao lado, corações martelando. O yacht espera amanhã na Algarve, mas esta noite… foi nosso império. Sinto-me rainha do prazer, o luxo elevando cada tremor a privilégio divino. Ele beija-me a testa, ‘és insaciável’. Sorrio, pernas entrelaçadas, o cheiro de sexo e Chanel no ar. Nada se compara.