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Minha Noite de Luxúria Inesquecível com Vanessa e o Gigante em Lisboa

Eu e a Vanessa, minha melhor amiga desde a faculdade, chegámos ao hotel de cinco estrelas no Chiado, em Lisboa. A suíte era um sonho: vista para o Tejo, lençóis de seda egípcia, o aroma de jasmim no ar condicionado. Eu, alta e curvilínea, com a pele morena portuguesa; ela, petite morena de cabelo curto, piercings na língua e umbigo, tatuagem tribal no braço que realça o peito pequeno e pontudo. Ambas nuas em casa sempre, mas aqui… o luxo amplificava tudo. Abrimos uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot, bolhas frias na língua, o vestido dela colado ao corpo, o meu decote profundo. ‘Olha para ele’, sussurrou ela, apontando para o Buda – o filho da patroa dela, um colosso de 1,85m e 120kg, tímido, olhos doces num rosto redondo. Convidámo-lo para a nossa escapadela. Ele corou ao entrar, o fato impecável esticando no peito largo. Sentámo-nos no terraço, calor da noite lisboeta, perfume Chanel dela misturado ao sal do rio. Toques acidentais: a mão dela na coxa dele, a minha no braço musculoso. ‘Queres ver o que é luxo de verdade?’, disse Vanessa, beijando-me devagar, línguas dançando, piercings frios na boca. Ele observava, a braguilha inchando. O jet privado esperava no aeroporto, voo curto para Algarve. No ar, turbulência leve, mãos explorando: ela abriu o zíper dele, ‘Meu Deus, que caralho enorme’, gemeu, as veias pulsando, bolas pesadas. Eu molhei só de ver.

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No iate ancorado na baía da Algarve, lua cheia, ondas suaves batendo na casco de luxo. Champanhe gelado, caviar na pele nua. Despi-me primeiro, seda escorregando, mamilos duros no ar salgado. Vanessa ajoelhou-se perante ele, nu, o ventre redondo firme, o pau erguido como um totem – 25cm grossos, roxo no glande. ‘Chupa-me, Vanessa’, murmurou ele, voz rouca. Ela engoliu, lábios esticados, baba escorrendo, piercings roçando a pele sensível. Eu juntei-me, lambendo as bolas salgadas, suor dele misturado ao mar. ‘Fode-nos, Buda’, pedi, de quatro no deck, cona depilada exposta. Ele meteu em Vanessa primeiro – ela gritou, ‘É grande demais, racha-me a cona!’, mas ondulou as ancas, pubis colando no dele, sumo escorrendo pelas coxas. Eu assistia, dedos na minha fenda molhada, cheiro de sexo no ar quente. Troca: ele na minha cona, glande abrindo-me devagar, preenchendo como nunca. ‘Devagar… ai, caralho, que pau!’, gemi, colisão no colo do útero, dor prazerosa. Vanessa chupava meus mamilos, língua experiente. Ele acelerou, flak-flak molhado, eu gozei primeiro, cona apertando-o, ‘Não pares, fode mais fundo!’. Ela montou a cara dele, cona lisa no nariz, ele lambendo o cu dela. Troca selvagem: eu cavalguei, seios balançando, ele chupando-os; Vanessa com strap-on em mim por trás, dupla penetração – cu virgem ardendo, mas orgasmo rasgando. ‘Goza na minha cona!’, ordenei, e ele explodiu, jato quente inundando-me, sobrando para Vanessa lamber. Gritos ecoavam na noite, luxúria pura no iate de milhões.

A Tensão no Hotel de Luxo e o Jet para o Paraíso

Deitados exaustos no deck, suor secando ao vento, champanhe morno nos lábios. Senti-me rainha, privilegiada – hotel de estrelas, jet, iate, dois amantes perfeitos. Vanessa aninhada no peito largo dele, eu beijando-os. ‘Foi… transcendental’, sussurrei, corpo formigando ainda. O nascer do sol tingia o mar de ouro, cheiro de sexo e sal. Nunca me senti tão viva, tão saciada. Quero mais, sempre mais deste luxo carnal.

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