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Noite de Luxúria na Villa Exclusiva do Algarve

Acabei de voltar de um dia louco. Jet privado de Lisboa para o Algarve, champanhe Dom Pérignon gelado escorrendo pela minha pele. Cheguei à villa da minha melhor amiga Maria, pérola escondida na falésia, com vista para o mar negro da noite portuguesa. O ar quente, carregado de jasmim e sal, envolvia tudo. Toquei a campainha, um pouco tonta do vinho pétillant, o vestido de seda preta colando nas coxas suadas.

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Maria abriu a porta, robe de cetim meio aberto, cabelos ruivos desgrenhados. Atrás dela, David, o galã musculoso que ela convidou para o último copo. ‘Inês? O que fazes aqui?’, perguntou ela, olhos brilhando de surpresa e tesão. Eu ri, voz pastosa. ‘Preciso de companhia, mana. Deixa-me ficar.’ Mas o quarto ao lado gemia baixinho. Fechei-me no salão privativo da mãe dela, divã de veludo, biblioteca de mogno, cheiro de lavanda cara.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente

Vinte minutos depois, curiosidade venceu. Descalça, pés frios no mármore, esgueirei-me para o balcão compartilhado. Brisa noturna arrepiando a pele, vestido voando leve. Da janela entreaberta, vi-os: Maria nua no tapete persa, pernas escancaradas, David com a cabeça entre as coxas dela, lambendo a cona molhada com fome. ‘Oh David, que delícia…’, gemia ela, corpo se contorcendo. Meu clítoris latejava. Espiava, mão deslizando por baixo do vestido, roçando a renda da calcinha encharcada.

Ele subiu, beijou-a, dedos fodendo a boceta dela devagar. Ela gozou gritando, tremendo. Depois, ele enfiou o caralho grosso na cona virgem dela – primeiro grito de dor, depois prazer. Fodiam ritmado, unhas dela cravadas nas costas dele. Eu mordia o lábio, quase gemendo alto. Luz de faróis no jardim: o pai dela, João, 48 anos, magnata do vinho, chegava de iate. Corri para o divã, fingi dormir.

O Êxtase Selvagem e o Clímax Intenso

A porta rangeu. Silêncio. Depois, respiração dele perto. ‘Inês?’, sussurrou. Não mexi. Beijos no pescoço, mão quente sob o vestido, apertando minha bunda firme. Dedos roçando o cu, descendo para a fenda molhada. ‘Estás acordada, não estás?’, murmurou, perfume Creed misturado ao suor. Enfiou dois dedos na minha cona inchada, fodendo devagar. Gemi baixo, rendida. Ele me virou, abriu minhas pernas, joelhos contra o peito. Boca no meu sexo: língua chupando o clitóris inchado, sugando como vácuo, penetrando fundo. ‘Que cona docinha, Inês… tão molhada pra mim.’

Meu corpo traía: quadris girando, gemendo ‘Sim, João, lambe mais…’. Ele parou, nu, caralho grosso e largo latejando, veias pulsando. Esfregou na minha entrada, teasing. ‘Queres isto, putinha?’ ‘Fode-me, por favor…’, implorei. Um empurrão, e o caralho forçou entrada, dilatando minha boceta apertada. Doía e era divino. Ele bombava devagar, depois selvagem, pausadas profundas batendo no colo do útero. Seios saltando livres da seda, ele mamava os mamilos duros. ‘Toma todo o meu pau, Inês. Goza no caralho do pai da tua amiga.’ Fodia-me como animal, suor pingando, cheiro de sexo puro. Gozei explodindo, cona contraindo no pau dele, gritando ‘Aiii, fode mais forte!’. Ele jorrou dentro, porra quente enchendo-me.

Ele saiu sem palavra, sombra na porta. Fiquei ali, pernas abertas, cona latejando, porra escorrendo. Sorriso bobo. Que privilégio: villa de sonho, iate ao fundo, noite algarvia quente. Maria gozando ao lado, eu fodida pelo pai dela. Luxo e luxúria pura. Nunca me senti tão viva, tão saciada. Amanhã, mais champanhe. Vida de rainha.

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