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Noite de Luxúria na Villa de Luxo: Minha Entrega Total ao Desejo

Acabei de voltar de uma noite que ainda sinto na pele. Tudo começou com um jato privado de Lisboa para o Algarve. O Sr. Ricardo, dono de uma villa exclusiva à beira-mar, me convidou para um jantar íntimo. Ele e o amigo Miguel, dois homens elegantes, fortes, com aquele ar de quem manda no mundo. Cheguei de vestido de seda preta, curto, colado ao corpo, sem sutiã. O calor da noite portuguesa envolvia tudo, misturado ao perfume Chanel No. 5 dele, inebriante.

Na villa, luzes suaves, piscina infinita brilhando sob as estrelas. Brindamos com champanhe Dom Pérignon, bolhas frias explodindo na língua. Conversa leve, mas olhares famintos sobre mim. ‘Estás divina, Inês’, disse Ricardo, mão na minha cintura. Miguel beijou-me a mão, demorando-se. O vinho tinto seguiu, corpos mais próximos. Propuseram um jogo: trivial pursuit com gados picantes. Perdi a primeira. Ricardo se levantou, desabotoou meu vestido devagar. ‘Gado é fica assim’, murmurou. Meus mamilos endureceram no ar salgado.

A Atmosfera Elétrica no Paraíso do Algarve

Risos nervosos, mais perdas minhas. Fiquei de lingerie fio dental rosa, saltos altos clicando no mármore. Eles tiraram camisas, calças, ereções marcando os boxers de luxo. Carícias como gados: mãos grossas nos meus seios, que adoro massageados assim. Dedos roçando minha cona por cima do pano, depois afastando-o. Gozei pela primeira vez com Ricardo, tremendo, gemendo alto. ‘Que delícia de puta molhada’, ele sussurrou.

O jogo escalou. Ajoelhei-me entre as coxas de Ricardo, mão no caralho grosso dele, masturbando devagar, três minutos no relógio de areia. Depois Miguel, pau latejante, veias pulsando. Voltei a Ricardo, Miguel… não gozavam, só gemiam. Meu marido, que veio comigo, gozou rápido quando toquei nele. ‘Precoces são assim’, riu Ricardo, mandando-o embora por meia hora.

Sozinha com eles, gemidos ecoavam. Ricardo me lambeu a cona, língua quente, sugando o clitóris. ‘Vem, senta no meu caralho.’ Empalei-me devagar, gemendo rouca, cabeça para trás. O pau dele preenchia tudo, esticando minhas paredes. Movia-me, suor misturado ao óleo de massagem Tom Ford na pele. Miguel subiu no sofá: ‘Chupa-me.’ Boca cheia, engolindo até a garganta, enquanto fodia Ricardo. Ele gozou na minha boca, esperma quente escorrendo.

O Clímax Selvagem e o Depois Divino

Meu marido voltou, mas o jogo continuou. Eu nua, cona exposta, pingando. Ricardo me pôs de quatro na cama king size, lençóis de seda egípcia. ‘Mostra como queres meu caralho.’ Recuei, engolindo o glande, gemendo ‘Fode-me! Quero tua grossa na minha cona!’ Ele entrou devagar, depois bombava forte. ‘Diz que preferes o meu ao do teu homem.’ ‘Sim… o teu é maior, sinto cada veia… fode mais!’ Gozei gritando, corpo convulsionando, molhando os lençóis.

Miguel voltou, meteu na minha boca enquanto Ricardo me arrombava. Trocaram: Miguel na cona, Ricardo no cu – lubrificante aquecido, dor prazerosa virando êxtase. ‘Que rabo apertado, vadia!’ Gozos múltiplos, corpos colados, cheiro de sexo e mar. Meu marido assistia escondido, masturbando-se.

Depois, no jacuzzi da villa, bolhas massageando a pele exausta. Champanhe de novo, risos suaves. Senti-me rainha, privilegiada nesse luxo selvagem. O iate esperava amanhã. Voltei para Lisboa de jato ao amanhecer, corpo dolorido mas saciado. Nunca me senti tão viva, tão desejada. Quero mais.

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