Eu estava no yacht, navegando pela costa do Algarve, quando a tempestade veio. O vento uivava, as ondas batiam forte, e eu tremia de frio e medo. O céu escureceu, e de repente, tudo parou. Perdi a consciência.
Acordei num quarto amplo e luminoso, numa villa de luxo com vista para o mar. Lençóis de seda roçavam a minha pele nua, macios como um sonho. Velas tremeluziam no chão de mármore, e o aroma de incenso misturado com jasmim preenchia o ar. Senti-me leve, como em algodão. Os meus olhos lutavam contra a luz suave.
A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente
Ele entrou. Alto, musculado, olhos escuros e profundos, cabelos castanhos longos caindo sobre os ombros nus. Vestia só um robe de seda aberto, revelando o peito perfeito. Parecia um deus grego saído de uma revista de luxo.
– Olá – disse eu, a voz rouca. – Como cheguei aqui? O que aconteceu?
Ele sorriu, aproximando-se. – Encontrámo-te no mar. O mundo lá fora é caos, stress, vazio. Aqui, mostro-te o melhor: prazer, suavidade, puro deleite.
Saiu, deixando-me com o coração acelerado. O dia passou calmo, com ele a voltar para verificar. Noite caiu, calor português abraçando tudo.
No dia seguinte, saí. O ar salgado do Algarve revigorou-me. O céu era um pôr-do-sol rosa-laranja infinito, gaivotas dançando. Mas ele apareceu, furioso. Agarrou-me o braço e levou-me de volta.
– Não saias ainda! O teu ‘tratamento’ não acabou – rosnou, mão no meu rosto, verificando a febre.
Obedeci, mas a lua cheia acordou-me. A porta rangeu. Ele avançava como um predador, a pele dourada brilhando. Sentou-se na cama, acariciou a minha cara, o polegar nos lábios. Lambi-o, tremendo. Beijou o pescoço, arrepios na espinha.
A Explosão de Prazer Cru e Intenso
As mãos dele deslizaram pelo meu corpo sob os lençóis. Dos pés, subindo pelas coxas. Eu já molhava, o tecido colando à cona húmida. Ele apertou os meus peitos, chupou os mamilos duros. Tirei a camisola, nua. Subi para ele, os meus seios roçando o peito dele. Sentia a pila endurecer sob o robe. Esfreguei a cona nessa protuberância, louca de desejo.
Ele agarrou as minhas nádegas, apertando forte, chupando os mamilos. Tirei-lhe o robe: a pila saltou, longa, grossa, castanha e lisa. Acariciei-a, o pré-gozo na cabeça rosada como uma cereja. Masturbei-o devagar, ele gemia.
Virei-o, beijei o peito, o ventre. Chupei a cabeça, lambi, engoli metade. Ele afastou-me, no limite. Abriu as minhas coxas, cheirou a cona quente, lambeu o clitóris, dedo dentro, escorregadio de molha. Eu gemia, mexendo os quadris.
Ele masturbou-se à minha frente, lento, depois rápido. Eu toquei-me também, friccionando o clitóris inchado. Parou, pegou-me pela cintura, sentou-me na cómoda de ébano. Penetrou devagar. – Ahhh… – gemi, guiando as nádegas dele, acelerando.
A pila dançava no meu ventre, batendo fundo. Virei-me de quatro, ele fodia selvagem, mamando o pescoço, apertando os peitos. Subi em cima, cavalguei devagar, depois louca. Caressava o clitóris, ele acelerou. Gozei gritando, ondas de prazer.
Ele saiu, ajoelhou-se sobre mim, masturbou até jorrar esperma quente entre os meus seios.
Olhámo-nos, ofegantes. – Isto é só o início do teu tratamento… – sussurrou, beijando-me. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de luxo e luxúria. O cheiro do mar, o vinho espumante ao lado da cama, a seda ainda quente. Nunca mais seria a mesma. Um privilégio raro, puro êxtase.