Acabei de voltar de uma noite inesquecível na minha villa privada no Algarve. Cheguei de jet privado de um hotel 5 estrelas em Lisboa, o ar quente da noite portuguesa a envolver-me como um abraço amante. Sofia, a minha amiga morena bronzeada, recebeu-nos com um punch de maracujá e champagne Dom Pérignon, o aroma doce e efervescente a subir-me à cabeça. ‘Meninas, a piscina infinita está perfeita’, disse ela, piscando o olho para Miguel, o nosso convidado misterioso.
Nadámos devagar, a água morna a acariciar a pele, o sol poente a tingir o céu de laranja sobre o mar. Vestimos robes de seda preta, macios como um toque proibido. No salão, com vistas para o oceano, pusemos música lenta, sensual – um slow que cheirava a strip-tease. O vinho pétillante gelado escorria pela garganta, fresco e picante. ‘E se jogássemos algo mais… excitante?’, sugeri, rindo baixinho. Sofia mordeu o lábio. ‘Eu já ensaiei sozinha ao espelho. Mas perante vós… hum.’
A Atmosfera Elétrica na Villa de Luxo
As luzes baixaram, velas aromáticas de jasmim a perfumar o ar. Sofia mudou-se: saia justa, meias brancas rendadas, camisa de seda, saltos altos Louboutin. Começou a dançar, ondulando devagar. Desabotoou a saia, deixando-a cair, revelando um fio dental minúsculo e cu bronzeado, redondo, perfeito. Virou-se, atirou-me as cuecas: ‘Agora sim.’ A camisa escorregou, seios fartos, firmes, nipples duros como diamantes. Só com meias e lenço, dançou, esquecendo-nos, o rabo a rebolar hipnótico.
Eu estava molhada, o calor da noite a misturar-se com o desejo. ‘A tua vez, Inês?’, provocou Miguel, a voz rouca. Sofia puxou-me para si, as mãos sob o robe, apertando-me as nádegas. ‘Deixa-me despir-te assim…’, murmurou, beijando o meu pescoço.
O robe caiu. Ela enfiou as mãos nas minhas cuecas, dedos a roçar a cona depilada, molhada de excitação. Virei-me, ela lambeu os meus seios, chupando os mamilos até eu gemer. Caí de joelhos, beijei a sua tosa em triângulo, abri-lhe as nádegas e lamber o cu apertado, a língua a entrar devagar. Ela gemeu alto. Agora ela ajoelhou-se, baixou as minhas cuecas, lambeu a cona aberta, o clitóris inchado, enfiando a língua fundo no buraco.
O Clímax Selvagem à Beira da Piscina Infinita
Eu pus a perna na sua ombro, ela chupava voraz, dedos no cu. ‘Ah, caralho, vai, fode-me com a boca!’, gritei, a cabeça a andar à roda. Caí de quatro, rabo no ar, ela lambeu a fenda toda, enfiou um dedo no cu, outro na cona, fodendo-me ritmado. Eu gozei, tremendo, sucos a escorrer pelas coxas.
Miguel não aguentou. Despiu-se, o caralho duro, grosso, latejante. As miúdas viraram-se para ele. Sofia sentou-se no peito dele, rabo na cara. Eu chupei o pau dele, bolas cheias, enquanto ele lambia o cu dela. Alternámos: eu mama-lhe o caralho fundo na garganta, ela lambia as bolas. Ele enfiou dois dedos na cona dela, um no cu, fodendo-a forte. Ela gritou: ‘Fode-me mais!’. Eu chupei-a enquanto ele me comia a cona com os dedos.
Ele explodiu na minha boca, jatos quentes de porra grossa. Engoli, beijei Sofia, passando-lhe o resto. Ela esfregou nos meus seios, lambendo. Exaustos, caímos na relva ao lado da piscina, nus, suados, o cheiro de sexo misturado com o sal do mar.
Os pais dela? Nem sonham – a villa é nossa. Voltámos à água nús, rindo, tocando-nos leves. Senti-me rainha: luxo puro, desejo selvagem. Esta noite foi um privilégio, um segredo eterno. Quero mais.