Skip to content

Noite de Paixão Selvagem no Hotel de 5 Estrelas de Lisboa

O tempo voou na suite do Four Seasons em Lisboa. A vista para o Tejo brilhava pela janela panorâmica, o ar condicionado sussurrava fresco misturado ao calor da minha pele. Estávamos no sofá de veludo, vendo um filme qualquer, mas Vicente, com os seus 20 anos, estava colado em mim. O perfume dele, um Tom Ford Oud Wood, invadia-me – amadeirado, sensual, como a pele dele que eu imaginava quente sob os dedos. Ele mexia-se, e o cheiro do shampoo fresco subia, torcendo-me as entranhas. O desejo crescia, lento, ardente, apertando o ventre. Mal respirava.

Levantei-me, fui à casa de banho de mármore italiano. Lá, sozinha, respirei fundo, xingando-me idiota. Jurara não voltar a foder com ele! Mas sonhava com aqueles dedos finos na minha pele, despertando tudo. As suas lábios carnudos nos meus seios, a língua nos mamilos rosados… Ele chupando devagar, até endurecerem.

A Atmosfera Elétrica na Suite de Luxo

— Inês?

Sobressaltei-me, caí do rebordo da banheira, torcendo o tornozelo. Aïe! A porta abriu-se. Ele ali, sem bater. Corri o risco de estar de cu no trono…

— Desculpa, mas demoras tanto…

— Caí, Vicente. Dói.

Ele franziu a testa, olhos azuis fixos nos meus. A boca dele… Meu Deus. Ajudou-me, mão na minha, perto demais. O cheiro dele outra vez. Queria devorá-lo. Ele olhava-me como se gravasse cada traço.

Recuei, repetindo: 20 anos, miúdo. Mas falhava. Ele convidou-me para a festa dele no iate na Algarve, via jet privado amanhã. Aceitei, o fogo no corpo não acalmava.

Ele massajou-me o pescoço, mãos quentes na nuque, levantando o cabelo. Deixei. Pressionou o peito nas minhas costas, o pau duro contra mim. Gemi baixo. Queria virar-me, chupar aquela protuberância.

— Vicente…

— Shh, relaxa. Serei bonzinho…

O Êxtase Cru e a Luxúria Desenfreada

A voz rouca. Vilão. Eu, vadia. Virei-me, beijei-o faminta. Línguas enroscadas, ele agarrou-me a cintura, levou-me ao sofá king size. Beijos febris. Tentei parar.

— Não é boa ideia…

Ele calou-me com a boca. Cedi.

No iate privado na Algarve, depois do jet, a noite portuguesa quente envolvia-nos. Champanhe Dom Pérignon gelado na boca, salgado do mar. Ele despiu-me a lingerie de seda La Perla, chupou os mamilos duros. Dedos na cona molhada, enfiando devagar, depois rápido, fodendo-me com eles. Gritei, o orgasmo veio como onda, corpo tremendo na coberta de cashmere.

Ele lambeu-me a boceta inchada, língua no clitóris, sugando. Gozei de novo, pernas abertas no convés iluminado por estrelas. Tirei-lhe as boxers, a picha dura, veias pulsantes. Pus o preservatif, masturbando-o.

— Fode-me, Vicente. Agora.

Deitou-se sobre mim, entrou fundo na cona encharcada. Gemido rouco meu. Movemo-nos selvagens, unhas nas costas dele, ele batendo forte, bolas a chapinhar. O iate balançava, ondas batendo. Mudei de posição, montei-o, cavalgando a picha grossa, seios balançando. Ele apertou as nádegas, enfiando um dedo no cu.

— Mais forte, caralho!

Gozei gritando, cona apertando-o. Ele explodiu dentro, jatos quentes no preservativo, corpo convulso. Ficámos ofegantes, suor misturado ao sal marinho.

De volta à villa em Lagos, nuos na cama de dossel, vinho verde pétillant na pele. Senti-me rainha. Privilégio puro – luxo, juventude dele, desejo sem limites. Foi épico, inesquecível. Quero mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *