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A Noite Proibida no Hotel de Luxo em Lisboa

Acabei de voltar de Lisboa, ainda sinto o corpo a tremer. Cheguei de jet privado da Algarve, o sol poente a pintar o Tejo de ouro. O hotel, um 5 estrelas no Chiado, exalava opulência: mármore negro, lustres de cristal que dançavam luzes suaves. O meu quarto? Uma suite presidencial com vista para o castelo, cama king size coberta de lençóis de seda egípcia que roçavam a pele como um sussurro.

O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, misturado com o sal do mar. Tomei um banho na banheira de hidromassagem, bolhas de espuma a acariciar os seios. Vestida com um robe de cetim preto, desci ao bar privativo. Lá, ele esperava: alto, terno Tom Ford impecável, olhos que devoravam. ‘Boa noite, Inês’, murmurou, a voz grave como o fado. Ofereceu-me uma taça de champanhe Veuve Clicquot, gelado, borbulhante na língua, doce com um toque ácido.

A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente

Conversámos, as palavras a dançarem em redor do desejo. ‘Ouvi rumores sobre este lugar’, disse eu, inclinando-me, o robe a entreabrir, revelando a curva dos quadris. Ele sorriu, conspirador. ‘Segredos da elite. Vens?’ A minha pele arrepiou-se com a promessa. Subimos no elevador privativo, o calor da noite portuguesa a infiltrar-se pelas janelas. No andar superior, uma porta discreta abriu-se para um salão oculto: sofás de veludo vermelho, candelabros dourados, o aroma de incenso e sexo no ar.

Um grupo pequeno, todos VIP: um magnata do vinho, uma herdeira russa, casais que se tocavam subtilmente. Música jazz baixa, copos tilintando. Ele puxou-me para um canto, a mão na nuca, beijo faminto. Senti o pau dele endurecer contra a minha coxa, através do tecido fino. ‘Queres isto?’, perguntou, dedos a deslizar para dentro do robe, roçando o mamilo erguido. ‘Sim… fode-me esta noite toda’, respondi, ofegante, a cona já molhada de expectativa.

A tensão crescia como uma onda. Despiram-me devagar, a seda caindo como chuva. Tocaram-me: mãos em todos os lados, línguas quentes na pele. O magnata chupou os meus peitos, mordendo levemente, enquanto a herdeira beijava o meu pescoço, unhas arranhando as costas. Ele, o meu guia, ajoelhou-se, língua a abrir a minha cona, lambendo o clitóris com fome. Gemi alto, o corpo a arquear. ‘Estás tão molhada, Inês… pronta para o caralho?’, rosnou.

A Luxúria Desenfreada no Coração da Noite

Não aguentei mais. Atiraram-me para o sofá de veludo, pernas abertas. Ele entrou em mim de uma vez, o pau grosso, veias pulsantes, a esticar a cona até ao limite. ‘Fode mais forte!’, gritei, unhas cravadas nas costas dele. Batia com força, bolas a bater no cu, suor a escorrer. O magnata meteu-me a pila na boca, grossa, salgada de pré-gozo, fodi-a com a garganta até engasgar. A herdeira sentou-se na minha cara, cona depilada, sucos doces na língua enquanto eu lambia vorazmente.

Trocaram posições: ele no cu agora, lubrificado, abrindo-me devagar, dor misturada com prazer insano. ‘Assim, puta de luxo, aguenta o meu caralho todo!’, grunhiu, empurrando até às bolas. Gozei primeiro, cona a contrair, esguichos molhando as coxas de seda. Ele acelerou, fodedor implacável, até encher-me o cu de porra quente, jorrando. O magnata gozou na boca, engoli tudo, salgado e viscoso. A herdeira esfregou-se no meu clitóris até tremer, gritando em russo.

Mais rodadas: duplo penetração, paus na cona e cu ao mesmo tempo, esticada ao máximo, orgasmos em cadeia. O quarto cheirava a sexo, porra e perfume caro. Horas depois, exaustos, caímos nos lençóis. O corpo latejava, porra a escorrer das pernas, mas um sorriso nos lábios.

De manhã, jet de volta à Algarve, yacht à espera. Sinto-me privilegiada, rainha de um mundo secreto. Aquela noite? Pura luxúria num casulo de elite. Volto já na próxima. Quem sabe o que mais descobrirei?

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