Estava no bar do hotel cinco estrelas em Lisboa, o Bairro Alto Hotel, com aquela vista brutal para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e a perfume Chanel Nº5, caro, daqueles que custam um rim. Eu, de vestido de seda preta colado à pele, suada pela noite quente portuguesa. Ele, o meu amor, ao meu lado, de fato impecável, copo de champanhe Dom Pérignon na mão. Bolhas crepitando na língua, doces e frias.
Olhei para ela. Sentada ali perto, sozinha, pele morena a brilhar sob as luzes douradas. Cabelos castanhos soltos, ondulando como ondas do mar. Olhos castanhos grandes, cheios de uma alegria pura. Vestido de algodão leve, quase transparente, subindo pelas coxas bronzeadas. Um brilho de suor nas maçãs do rosto altas. Humana, perfeita. Queria oferecê-la a ele. Ele que só me conhecera a mim. O meu diamante puro.
A Descoberta no Hotel de Lisboa e a Viagem Explosiva
Senti o olhar dele em mim, quente, mas eu já decidira. Levantei-me, aproximei-me dela. ‘Posso sentar-me?’, perguntei, voz baixa. Ela sorriu, fossetas adoráveis. ‘Claro. Chamo-me Sofia.’ Conversámos. Estudante, 22 anos, loquaz. O fogo nos meus rins crescia. Ele aproximou-se, curioso. Apresentei-os. ‘O meu homem.’ Olhares cruzados, ele admirando-a abertamente.
Bebemos mais champanhe. Falei de fantasias. ‘O meu é vê-lo com outra mulher.’ Ele engasgou-se. Sofia riu, cristalino. ‘O meu é foder um homem à frente da amante.’ Piscou-me o olho. Ele relaxou, sorriso malicioso. Toquei-lhe a mão, pus na dela. Beijei-o. ‘Amo-te.’ Ele murmurou: ‘Eu também.’ Ela aproximou-se, lábios nos dele. Eu observava, coração apertado mas excitada.
Propus o jet privado para a Algarve. Ele aceitou, olhos brilhantes. No jato, sozinhos nós três, o couro dos bancos macio, o ronco suave dos motores. Mãos dela na coxa dele, a minha na dela. Chegámos à villa de luxo, mas fomos directos ao iate ancorado na baía. Noite quente, sal no ar, estrelas piscando.
No convés, luzes suaves, almofadas de seda. Ela despiu o vestido devagar. Seios firmes, mamilos rosados duros. Ele tirou a camisa, calças. Piroca já dura, grossa, veias pulsando. Eu tremia. Ela ajoelhou-se, língua rosa no glande brilhante de pré-gozo. ‘Deliciosa’, gemeu ela, chupando fundo, baba escorrendo. Ele gemia, mão nos cabelos dela. ‘Assim, caralho.’
O Êxtase Selvagem no Iate e o Depois Inesquecível
Eu aproximei-me, beijei-o enquanto ela mamava. Dedos dele nas coxas dela, abrindo-a. Cona molhada, rosada, inchada. Ele enfiou dois dedos, fodendo-a devagar. Ela arqueou, gemendo com a boca cheia. ‘Mais fundo’, pediu. Ele obedeceu, polegar no clitóris. Eu despi-me, pele arrepiada pelo vento quente. Toquei os seios dela, pinçando mamilos. ‘Quero ver-te meter nela.’
Ele deitou-a nas almofadas, pernas abertas. Piroca apontada, entrou devagar. ‘Que cona apertada, porra.’ Ela gritou: ‘Fode-me forte!’ Ele bombava, coxas batendo nas dela, suor misturando-se. Mamas balançando, unhas cravadas nas costas dele. Eu masturbava-me, vendo a piroca entrar e sair, brilhante de sumos dela. Beijei-a, língua dela doce de champanhe e porra dele.
Ele acelerou, grunhindo. ‘Vou gozar!’ Ela apertou as pernas à volta dele: ‘Dentro, enche-me!’ Ele explodiu, jatos quentes na cona dela, corpo tremendo. Ela gozou logo depois, cona contraindo, gritos ecoando no mar. Eu juntei-me, sentando na cara dela, cona no clitóris dela lambendo. Gozei forte, molhando-a toda.
Depois, deitados, corpos suados colados. Ele abraçou-me: ‘Obrigado, amor. Foi incrível.’ Sofia sorriu: ‘Vocês são fogo.’ Ela partiu de helicóptero ao amanhecer. Na villa, ele fodeu-me de novo, piroca dura outra vez. ‘Amo-te mais que tudo.’ Senti-me privilegiada, rainha deste mundo de luxo e luxúria. Aquela noite, eterna no meu corpo.