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Minha Noite Selvagem no Iate de Luxo em Algarve

Aluguei uma villa de luxo em Algarve para duas semanas com o meu filho Quentin. Piscina infinita, vista para o mar, lençóis de seda egípcia. Cheiro de jasmim na brisa quente. Ele insistiu em trazer o Hugo, o amigo brilhante, cineasta em segredo. Eu hesitei… queria tempo só nosso. Mas aceitei. A primeira semana foi perfeita: mergulhos, vinhos espumantes, conversas profundas ao pôr do sol.

Quentin conheceu a Julia numa festa VIP. Sexta-feira, pediu para ir no iate dela até domingo. Hugo também convidado. ‘Mãe, vai ser incrível.’ Eu ponderei: liberdade para eles, sossego para mim. Com champagne gelado e um filme. ‘Vão, divirtam-se.’ Sábado de manhã, fui à vila comprar ostras frescas, caviar. Voltei suada, o vestido colado na pele, decote transparente revelando os seios. Hugo correu a ajudar, olhos desviando. ‘Desculpa, não avisei.’ Ele arrumou tudo, evitando-me. No espelho, vi: peitos firmes, suor brilhando.

A Tensão no Paraíso Algarvio

Ele notou meus ombros tensos. ‘Quer um massage?’ Corei. ‘Talvez.’ Quentin saiu. Sozinhos. Eu li no deque, ele rabiscava num caderno de couro. Noite caiu, umidade pegajosa. Tomei banho quente, vapor subindo, sabendo-o ali perto. Saí com robe de seda, pele úmida. Ele preparara tábuas: presunto ibérico, azeitonas, prosecco Dom Pérignon. ‘Brindemos à noite estranha.’ Bebemos, rimos. Ele contou da infância nômade: Dubai, Rio. Eu, divorciada comum. Terceira taça, ombro doeu. ‘Faço o massage agora?’

Subi, deitei na cama king size, robe solto. Mãos dele, óleo de argan cheirando a luxo, deslizaram minhas costas nuas. Calor subiu. Tirei o robe, só calcinha de renda. Ele massageou coxas, subindo devagar. Eu abri as pernas. Dedos roçaram a buceta molhada. ‘Hugo…’ Virei, guiei a mão dele ao clitóris. ‘Assim.’ Gemi baixo.

A Luxúria Desencadeada no Iate

Ele lambeu devagar, língua no clitóris, dedo na buceta encharcada. ‘Mais fundo.’ Adicionou outro, fodeu-me com dedos. Eu toquei o cu, ele lambeu meu dedo, meteu no meu rabo apertado. Dor virou prazer insano. ‘Fode meu cu, caralho!’ Ele chupou clitóris, dedo no cu e na buceta. Gozei gritando, corpo convulsionando, squirt molhando lençóis de mil euros.

Beijamo-nos, gosto de mim na boca dele. Acordei nua, remorsos. Quentin ligou: ‘Mãe, fico mais um dia?’ ‘Vai, filho.’ Hugo acordou, eu chupei seu pau duro, veia pulsando, gozo quente na garganta. Ele me virou, lambeu o cu, meteu dois dedos, depois o caralho curvo. ‘Fode forte!’ Palmas nas nádegas, urros. Gozei anal, cu piscando, prazer selvagem no luxo.

Ele limpou-me terno. Dormimos exaustos. Quentin voltou cedo, tensão no ar. Hugo partiu no jet privado. Deixou haikus eróticos: ‘Noite de seda, / teu cu se abre / como pétala.’ Li masturando-me. Privilégio puro: luxo e luxúria num iate em Algarve. Nunca me senti tão viva, desejada. Volto quando quiser.

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