Cheguei a Lisboa no meu jet privado, o ar cheirava a jasmim e sal do Tejo. Eu, uma lisboeta de 35 anos, corpo curvilíneo, pele morena, saia de seda preta colada às curvas. No hotel Five Stars no Chiado, suite presidencial com vista para o castelo. Encontrei o casal, João e Miguel, amigos ricos, elegantes. Brindamos com champanhe Dom Pérignon, bolhas frias na língua, o vestido de chiffon de Ana… espera, não, sou eu a narradora. Eles me olhavam, olhos famintos. Dançamos no bar privativo, música suave, luzes douradas. O calor da noite portuguesa subia. Senti as mãos de João na minha cintura, Miguel atrás, respiração quente no pescoço. ‘Estás irresistível’, murmurou João. Meu coração acelerou. O perfume Creed Aventus dele misturava-se ao meu La Vie Est Belle. Desci devagar as escadas da escada rolante, saia subindo, revelando a renda preta das cuecas. Eles riam, excitados.
No helicóptero para a Algarve, mãos já exploravam. Chegamos ao iate ancorado na baía de Lagos, villa de luxo ao lado, mas fomos para o deck. Noite quente, estrelas, vinho verde pétillante gelado. Eu de biquíni fio dental, seios fartos quase saltando. Dançámos ao som de fado eletrónico. João me colou, pau duro contra minha bunda. Miguel beijou meu pescoço. ‘Queres-nos os dois?’, perguntou Miguel, voz rouca. ‘Sim… foded-me sem dó’, respondi, voz trémula. Tirei o top, mamilos duros ao ar salgado. Eles chuparam, lambendo, mordendo devagar. Seda da pele arrepiada.
A Tensão no Hotel de Lisboa
No salão do iate, sofás de couro macio. João de joelhos, puxou minha cueca, buceta molhada exposta. ‘Que delícia, tão gulosa’, disse, enfiando a língua. Lambeu o clitóris inchado, dedos abrindo os lábios carnudos. Eu gemi alto, sucos escorrendo pelas coxas. Miguel meteu a pila na minha boca, grossa, veias pulsantes. Chupei gulosa, saliva pingando, bolas cheias no queixo. ‘Engole tudo, puta chique’, grunhiu. João fodeu minha boceta com a língua, depois meteu dois dedos, esticando. Virei de quatro no sofá, cu empinado. Miguel cuspiu no meu ânus, dedo girando devagar. ‘Quero o cu também’, pedi. Ele enfiou a pila, devagar, centímetro a centímetro, quente, apertado. João na frente, pilando a buceta fundo. Duas picas me preenchendo, ritmadas, suor misturado ao cheiro de sexo e mar. ‘Mais forte! Fode-me como cadela!’, gritei. Mamilos roçando o couro, orgasmos explodindo, corpo tremendo. Eles gozaram dentro, esperma quente jorrando no cu e na boceta, escorrendo pelas pernas.
Depois, deitados no deck, champanhe na pele nua, risos suaves. O iate balançava suave, brisa da Algarve secando o suor. Senti-me rainha, privilegiada, corpo saciado. ‘Foi perfeito’, sussurrei a João, beijando Miguel. Regressei à villa de luxo, pernas moles, cheiro de sexo no ar. Uma noite que vive em mim, luxo puro virando luxúria selvagem. Inesquecível.