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Noites de Luxo e Desejo: Minha Aventura Selvagem em Lisboa e Algarve

Não acredito que vivi isso ontem. O cheiro do perfume dele, um Tom Ford Oud Wood caro e amadeirado, ainda me impregna a pele. Estou em Lisboa, no Ritz-Carlton, suite presidencial. Minha amiga armou essa festa para me tirar da depressão pós-divórcio. Dez anos casada, um filho, e ele me traiu sem piedade. Mas agora… Antoine. Francês, olhos penetrantes, fato Tom Ford impecável.

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Um copo de champagne Dom Pérignon, bolhas cremosas na língua. Ele se aproxima, voz grave: ‘Estás radiante esta noite, Maria.’ Sinto o calor da mão dele na minha lombar, através da seda do vestido Versace. A noite portuguesa é quente, ar perfumado com jasmins do jardim. Dançamos, corpos colados, ereção dele pressionando minha coxa. ‘Quero-te só para mim’, sussurra. Meu coração acelera. Aceito o convite para o terraço privado.

A Atmosfera Elétrica no Hotel de Luxo

O jet privado espera no aeroporto. Voo de 45 minutos para Algarve. No iate ancorado na baía de Lagos, estrelas refletem no mar negro. Villa de luxo ao fundo, mas ficamos no deck. Ele abre Veuve Clicquot gelado. ‘Despir-te devagar’, diz, dedos traçando minha clavícula. Tiro o vestido, lingerie La Perla preta. Pele arrepiada pelo vento salgado. Ele me beija o pescoço, língua quente. ‘Estás molhada já?’, pergunta, mão deslizando entre minhas pernas. Sim, caralho, ensopada.

Deito no colchão de seda egípcia, sob o céu. Ele se despe, pau enorme, veiudo, latejante. ‘Chupa-me, amor.’ Obedeço, boca faminta. Sabor salgado, pré-gozo doce. Engulo até à garganta, bolas pesadas na mão. Ele geme: ‘Que boca gulosa, fodedora.’ Levanto, monto nele. Cona escorregadia engole o caralho todo. ‘Fode-me forte!’, grito. Ele empurra, bolas batendo no cu. Ritmo selvagem, suor misturado ao sal marinho.

A Luxúria Desenfreada no Iate Privado

Viro de quatro, ele agarra meus cabelos. ‘Olha o mar enquanto te como.’ Penetra fundo, próstata dele roçando meu ponto G interno. Dedos no clitóris, vibro inteira. ‘Goza na minha cona!’, ordeno. Ele acelera, pau inchado. Eu venho primeiro, jatos quentes escorrendo pelas coxas. Ele explode dentro, porra farta enchendo-me. ‘És minha puta de luxo’, rosna, ainda duro.

Ficamos deitados, corpos entrelaçados. Ele acaricia meus seios, mamilos sensíveis. ‘Nunca senti assim’, confesso. Champagne na boca dele passa para a minha em beijo lento. O iate balança suave, ondas sussurrando. Sinto-me privilegiada, rainha num mundo de excessos. Ele curou minhas feridas com luxúria pura. Amanhã? Mais. Este desejo é eterno, sem tabus. Volto a Lisboa renovada, pele marcada por mordidas, alma saciada.

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