Estava no Ritz de Lisboa, suite presidencial com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, lençóis de seda italiana roçando a pele. Conheci o João online, alto, atlético, mas no primeiro olhar… hmm, não era exatamente o que imaginei. Ainda assim, o champanhe Dom Pérignon borbulhava na taça, gelado, doce. Sentámo-nos no terraço, a noite portuguesa quente, úmida, prometendo segredos.
Ele beijou-me, mãos firmes na minha cintura. Quase cedi, mas parei. ‘Não sinto isso ainda’, disse, voz baixa. Ele piscou, surpreso, mas sorriu. Falámos horas, vinho tinto do Douro escorrendo pela garganta. Mostrei fotos no meu iPad – as minhas paixões: iates na Algarve, pores do sol em vilas privadas. Ele elogiou, olhos brilhando. ‘Tens talento’, murmurou.
A Tensão no Hotel de 5 Estrelas
Chamei a minha amiga Inês, modelo e fotógrafa amadora, elite pura. Chegou de jet privado de Faro, pernas longas em vestido preto transparente, perfume Oud Wood inebriante. Brindámos com prosecco, risos ecoando na suite de 500m². A conversa virou para as minhas sessões de nu artístico. ‘Queres ser o modelo?’, brinquei com João. Ele riu, mas Inês insistiu: ‘Vem, é agora. Aqui, luz perfeita.’ Ele hesitou… aceitou.
Dirigi-o à casa de banho de mármore, vapor do chuveiro misturado ao aroma de sabonete Tom Ford. Saiu com toalha na cintura, corpo tonificado pela natação. Sentámo-nos na cama king size, câmaras prontas. ‘Relaxe’, disse eu, voz rouca. Ele largou a toalha. Pau semi-mole, bolas pesadas. Clic-clic. A tensão subia, calor da noite infiltrando-se pelas janelas.
Inês aproximou-se, focando o peito dele. Eu agachei-me, cheirando o musk masculino misturado ao suor. ‘Abre as pernas’, ordenei. Ele obedeceu, racha exposta. O pau endureceu devagar, veia pulsando. ‘Que pau lindo’, sussurrou Inês, língua nos lábios. Eu toquei-me por baixo do vestido de seda, clítoris inchado.
Ele de quatro no tapete persa, eu atrás: ‘Cambrinha mais.’ O cu dele piscava, bolas balançando. Soprei quente ali, ele gemeu. Inês fotografava, mas largou a câmara. ‘Não aguento’, disse ela, mão na cona molhada.
O Clímax Cru e Luxurioso
Virei-o de costas, pernas no ar. Pau duro como ferro, pré-gozo brilhando. Inês masturbava-se furiosamente, gemendo. Eu enfiei dois dedos na minha boceta encharcada, gozei primeiro – ahhh, ondas quentes. Ela veio ter comigo, chupando o pau dele vorazmente. ‘Fode a boca dela’, mandei. Ele agarrou o cabelo, metendo fundo, bolas batendo no queixo.
Eu montei-lhe a cara, cona pingando na boca dele. Língua lambendo o cu e clítoris, eu rebolava. ‘Chupa mais, caralho!’ Inês engolia o caralho inteiro, baba escorrendo. Troquei: chupei as bolas dele, língua no cu, enquanto ela cavalgava o pau. ‘Que delícia, fode-me forte!’ Ele bombava, cona dela estalando.
De pé contra a janela, ele fodia-me por trás, pau grosso rasgando a boceta. Inês lambia as minhas tetas, mordendo mamilos. ‘Goza dentro, enche-me!’ Ele urrou, jatos quentes inundando-me, escorrendo pelas coxas. Inês lambeu tudo, língua no cu dele ainda latejante.
Caí na cama, corpo mole, cheiro de sexo e luxo no ar. Ele beijou-nos, ‘Vocês são incríveis.’ Sorri, saboreando o sal do suor. No jet de volta à Algarve no dia seguinte, no iate ancorado, revivi cada segundo. Privilégio puro, luxo misturado a luxúria selvagem. Nunca me senti tão viva, tão saciada. Quero mais.