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Noites de Luxo e Luxúria no Jet Privado e Iate em Algarve

Acabei de voltar de uma viagem que ainda me faz tremer. Eu, uma lisboeta de 32 anos, sempre aberta ao desejo, conheci-o num hotel 5 estrelas no Chiado. O Four Seasons, com aqueles lustres de cristal e o aroma de jasmim no ar. Ele, Ricardo, um empresário português com jato privado e iate ancorado no Algarve. Olhos escuros, fato Tom Ford colado ao corpo atlético. Cheirava a Creed Aventus, aquela mistura de abacaxi e almíscar que me deixa tonta.

Sentámo-nos no bar, copos de champanhe Dom Pérignon gelado. A seda do meu vestido deslizava pela pele, arrepiando-me com cada movimento dele. ‘Gostas do luxo?’, perguntou, voz grave, mão roçando a minha coxa por baixo da mesa. Hesitei, mordi o lábio. ‘Amo. Mas prefiro o desejo puro.’ Ele sorriu, inclinou-se. O calor da noite lisboeta entrava pelas janelas abertas, misturando-se ao seu perfume. Convidou-me para o jato. ‘Vamos para o meu iate. Agora.’ O coração acelerou. Aceitei.

A Chegada ao Hotel 5 Estrelas e a Montante da Tensão

No jato privado, voamos para o Algarve em 45 minutos. Ele serviu vinho espumante, rosé com bolhas que explodiam na língua. Sentia a vibração do avião na cona, já molhada. As mãos dele na minha nuca, beijos quentes, língua dançando. ‘Quero-te toda’, murmurou. Eu gemi baixinho, pernas entreabertas. Chegámos à marina de luxo ao pôr do sol, o iate branco brilhando, 40 metros de puro opulento. Subimos a bordo, empregados discretos servindo ostras e caviar. A brisa do mar, salgada, arrepiava a pele nua dos ombros.

Na cabine master, luzes ténues, lençóis de seda egípcia. Ele despiu-me devagar, beijando cada centímetro. Os seios livres, mamilos duros como pedras. ‘Que puta deliciosa’, disse, chupando-os forte. Eu arqueei as costas, unhas nas costas dele. A tensão era insuportável, a buceta latejando.

O Sexo Selvagem no Iate Sob as Estrelas

Ele atirou-me para a cama, abriu as minhas pernas. ‘Vou foder-te até implorares.’ A língua dele na minha cona, lambendo o clitóris devagar, depois rápido. Gritei, ‘Sim, come-me toda!’ Dedos dentro, curvados no ponto G, eu gozei na boca dele, sucos escorrendo. Ele limpou os lábios, pau duro como ferro, 20 cm grossos, veias pulsantes. ‘Chupa-me, vadia.’ Engoli-o inteiro, garganta funda, bolas na boca. Ele fodia a minha cara, gemendo ‘Caralho, que boquinha gulosa.’.

Virou-me de quatro, cuspiu no cu. ‘Quero este buraco apertado.’ Empurrou devagar, a cabeça abrindo-me. Doeu bom, gritei ‘Fode o meu cu, Ricardo!’ Ele meteu tudo, bolas batendo na cona. Bombeava selvagem, mãos no cabelo puxando. Eu masturbava o clitóris, outra gozada vindo. ‘Vou encher-te de porra!’, urrou. Gozou dentro, quente jorrando, eu tremendo em orgasmo anal.

Caímos exaustos na seda, suor misturado ao cheiro de sexo e mar. Ele acendeu um charuto cubano, champanhe ao lado. ‘Foi épico, não foi?’ Sorri, corpo mole de prazer. ‘O melhor da minha vida. Luxo e luxúria pura.’ Na villa em cliffs do Algarve, acordámos com sol, café forte e promessas de mais. Sinto-me privilegiada, rainha num mundo de elite. Ainda sinto o cu pulsar, o gosto dele na boca. Volto sempre por isto.

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