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Noites de Luxo e Luxúria: Minha Aventura Selvagem em Lisboa e Algarve

Acabei de voltar dessa viagem insana. Eu, uma portuguesa de quase sessenta, mas com fogo nos olhos e no corpo. Tudo começou com um jato privado para Lisboa. Cheiro de couro novo, champanhe gelado borbulhando na taça. Minha amiga Inês, loira safada, pilotava a conversa com um jovem executivo, o Miguel, trintão com corpo esculpido e olhar devorador.

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No hotel Pestana Palace, 5 estrelas puro luxo. Varandas com vista para o Tejo, lençóis de seda egípcia roçando a pele. Vestido curto preto, salto alto, perfume Tom Ford Oud Wood me envolvendo como um amante. No bar da piscina, coquetéis de ginjinha com twist exótico. Miguel ao meu lado, mão roçando minha coxa. ‘Gostas de aventuras, não é?’, sussurrou, voz grave. Inês piscou, já excitada. Conversa banal vira fogo: viagens, desejos. Ela some para se arrumar, deixa-nos sozinhos.

A Atmosfera Exclusiva e a Tensão Sexual que Subia

‘Quero vocês duas’, confessa ele, olhos negros fixos nos meus seios. Eu rio, nervosa, mas a cona já lateja. Jantamos na terraço, sol poente tingindo tudo de ouro. Inês sem sutiã, vestido transparente. ‘Tira a calcinha’, pede ele. Eu obedeço, devagar, pernas abertas debaixo da mesa. Ele pega o pano úmido, cheira. ‘Molhada por mim?’. ‘Pela noite portuguesa, quente assim’. Tensão explode. Eu tiro o soutien, seios livres sob a blusa fina. Mamilos duros como pedras.

Subimos à suite dele, vista panorâmica, banheira de hidromassagem. Champanhe Dom Pérignon, bolhas estourando na língua. Inês me beija, mãos na minha saia, abrindo as coxas. ‘Epila-te toda, como eu’, diz ela. Miguel ri: ‘Gosto da tua pelinha grisalha, madura’. Nuas, eu e ela no sofá de veludo. Ele se despe: caralho grosso, veias pulsando, pronto.

O Êxtase Selvagem: Luxo Encontra Luxúria Crua

Ele nos manda de quatro no tapete persa. Dedos na cona, no cu. ‘Estás encharcada, puta madura’. ‘Sim, sou a tua puta, fode-me’. Inês lambe meus mamilos, eu chupo a cona dela, raspadinha e doce. Miguel enfia dois dedos no meu cu, abre-me. ‘Queres o caralho aqui?’. ‘Enfia já, rasga-me!’. Ele obedece, lento no início, depois bombadas selvagens. Pubis batendo nas nádegas, suor misturado ao perfume. ‘Mais forte, desmonta a minha cona!’. Inês masturba meu clitóris, eu gozo gritando, pernas tremendo.

Troca: ele fode Inês, eu lambo os colhões dele, dedo no cu dela. Ela urra, goza esguichando. Volto: ‘Agora o meu cu, sem piedade’. Ele lubrifica com cuspe, entra violento. Dor e prazer, eu cambro, peço mais. ‘Sou a tua vadia velha, enche-me de porra!’. Ele explode dentro, quente, inundando. Nós três colapsamos na cama king size, corpos pegajosos.

De manhã, iate no Algarve nos espera. Jet nos leva, vento salgado na pele nua. Villa privada, piscina infinita. Olho para eles, satisfeita. ‘Foi épico’. Miguel sorri: ‘Duas putas de luxo’. Rimos, bebendo vinho verde gelado. Corpo dolorido, mas alma plena. Nunca mais provo chantilly sem lembrar aquela noite. Privilégio puro, luxúria sem fim.

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