Acabo de aterrissar no jet privado em Faro. O ar quente do Algarve envolve-me como um abraço pecaminoso. Cheiro a sal marinho e jasmim noturno. Dirijo-me à villa de luxo, mas o meu pensamento está no bilhete que encontrei no bar do Ritz em Lisboa. Palavras obscenas, elegantes, prometendo um encontro no iate deles. O coração acelera. Eu, mulher casada, burguesa, molho-me só de imaginar.
No quarto da villa, deslizo a seda do robe pela pele. Lembro-me da adolescência, em Lisboa. Caminhava para o meu noivo, vestido floral leve, seios livres. Na loja de luxo, entre lingeries caras, uma pulsão. Mãos nas bolsos, desço a cueca devagar. Sensação perversa, hips nuas sob o tecido fino. Caminho, ondulo, abandono-a no chão. Um homem segue-me, olhos famintos. No escuro das escadas, mostro-me, ele masturba-se, goza aos meus pés enquanto eu gozo a expor a cona.
A Chegada ao Paraíso e a Tensão Crescente
Agora, no iate ancorado na baía, champanhe Dom Pérignon gelado na língua, bolhas picantes. Vestido azul-claro, botões frontais, sem sutiã, só cueca fina. O sol poente pinta o céu de fogo. Vejo-os: o elegante, fato impecável, perfume Creed; o outro, mais rústico mas rico, olhar predador. ‘Chegaste, minha felina’, sussurra o primeiro, voz aveludada. Tremendo, obedeço. A noite portuguesa aquece-me as coxas.
Eles guiam-me ao convés privado. ‘Mostra-nos’, ordena. Desabotoo devagar, robe escorrega. Nua, só sandálias. O ar acaricia os mamilos duros. O rústico saca a pila dura, grossa, agita-a. Fixo-a, molho-me mais. O elegante atrás, mãos nos meus seios, belisca os bicos. ‘Que tetas firmes, pele de seda.’ Luz do candeeiro ilumina a cona depilada, lábios inchados.
O Clímax Selvagem no Iate
Viram-me. ‘Mostra o cu ao teu voyeur.’ Apresento as nádegas redondas. Ele urra, jatos quentes de porra salpicam-me as costas, escorrem pelo rego. Gozo violentamente, gemendo. O elegante espalha o sémen pela pele, dedo na boca: ‘Prova.’ Sabor salgado, amargo. Agora, quero-o. ‘Fode-me, por favor.’ Ele roça o caralho no cu e cona, não entra. O rústico força a pila mole na boca, cheiro a sexo, suor. Chupo, engasgo, endurece.
Dedos dele invadem-me, alternam cona e cu, rude. Imagens: marido a ver, amigos a julgar. Vergonha excita. Ele goza nas costas, jatos ardentes. O rústico enche-me a boca, engulo tudo, orgasmo doloroso, intenso. Sem penetração, cavalheiros no luxo.
Eles vestem-se. ‘Voltarás, salope chique.’ Saem, deixam-me nua, coberta de porra. Limpo-me, visto. Sinto-me livre, saciada. Esta pulsão adolescente, revivida no luxo, se foi. Privilégio de quem vive assim. Noite portuguesa, eu, rainha do desejo.