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Noites de Luxúria: Jet Privado, Iate e Orgia em Portugal

Acabei de acordar na suíte imperial do Four Seasons em Lisboa, o lençol de seda branca colado à pele suada. Éric, o meu amante, trouxe-me de jet privado da Tailândia. ‘Surpresa, minha portuguesa safada’, sussurrou ele ao aterrarmos. O cheiro do seu perfume Tom Ford Oud Wood enche o quarto, misturado ao aroma salgado da noite lisboeta pela janela aberta. Richard, o meu ex-marido, e Jamee, o tailandês musculoso dele, já cá estão. Encontrámo-nos no bar do hotel, copos de Veuve Clicquot a tilintar. ‘Vamos para o iate no Algarve?’, propõe Richard, os olhos brilhando. O calor úmido da primavera portuguesa sobe pela minha saia curta, as coxas roçando uma na outra. No helicóptero para o sul, as mãos de Éric na minha nuca, Jamee roçando o braço, Richard beijando o pescoço. Sinto a humidade crescer entre as pernas, o tecido da tanga já molhado.

No iate ancorado na baía de Lagos, o sol poente pinta o céu de laranja. Villa de luxo na falésia, piscina infinita com vista para o Atlântico. Vestido de seda preta, sem sutiã, os mamilos endurecidos pelo vento marítimo. Brindamos com champanhe gelado, o sabor ácido explodindo na boca. ‘Estás irresistível, Inês’, diz Jamee, a voz rouca, mão na minha coxa. Éric ri, ‘Ela é nossa esta noite’. Dançamos no deck, corpos colados, bass da música eletrónica vibrando no peito. Richard atrás, ereção pressionando as minhas nádegas. ‘Quero-vos todos’, gemo, beijando-os à vez. As mãos sobem, apalpam os seios, dedos roçando a cona por cima da seda. O desejo ferve, o ar quente cheira a sal e luxúria.

A Chegada Luxuosa e a Tensão que Queima

Desço ao quarto principal do iate, nua, pernas abertas na cama king size de linho egípcio. ‘Vão, fodam-me como putas’, ordeno, os dedos abrindo a cona molhada, clitóris inchado. Éric primeiro, a pila dura e longa enfiando-se devagar, preenchendo-me até ao fundo. ‘Caralho, que apertadinha’, grunhe ele, bombando forte. Jamee na boca, o caralho curto e grosso, veias pulsantes, saboreio o pré-gozo salgado. Chupo voraz, garganta funda. Richard mama os meus tetos grandes, aréolas largas lambidas, mordidas. Troca: monto Richard, a sua pica enorme esticando a cona ao limite, ‘Fode mais rápido, cabrão!’. Jamee atrás, deda o cu, lubrificando. Éric na boca, bolas batendo no queixo. Grito o orgasmo, cona contraindo, squirt molhando as lençóis. Agora dupla penetração: Richard na cona, Éric no cu, Jamee nos tetos. ‘Estou cheia de caralhos!’, urro, o prazer rasgando-me. Eles aceleram, suor pingando, gemidos ecoando no iate. Gozo de novo, corpo tremendo, cona e cu apertando as pilas. Eles explodem: Éric no cu, quente jato; Richard na cona, enchendo-me; Jamee na cara, porra grossa na boca e tetos.

Deitados na villa, corpos entrelaçados, o mar sussurrando lá fora. Limpo a porra com a língua, saboreando o luxo disto tudo. ‘Nunca senti tanto privilégio’, murmuro a Éric, beijando-o. Richard e Jamee dormem, exaustos. Olho as estrelas pela clarabóia, pele ainda formigando, cona dolorida mas saciada. Esta vida de jet, iates e orgias é minha agora. Livre, desejada, fodida como deusa. Amanhã, mais. (612 palavras)

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