Skip to content

Noites de Luxúria em Lisboa: A Minha Submissão no Hotel de 5 Estrelas e Iate no Algarve

Acabo de voltar de uma viagem que mudou tudo. Eu, Inês, mulher portuguesa casada, sempre fiel, mas com um fogo dentro que o meu marido não acendia. Encontrei o Francisco, o meu Mestre, num hotel 5 estrelas no Chiado, Lisboa. O ar cheirava a jasmim e perfume Chanel nº5, caro, inebriante. A suíte era um sonho: lençóis de seda italiana roçando a minha pele nua, champanhe Dom Pérignon borbulhante na taça, gelado contra os lábios.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

O meu marido, o Alain, sabia de tudo. Ele assistia, excitado. Francisco me treinou devagar. ‘Inês, confia em mim’, sussurrou, a voz grave como o fado. Eu tremia. Ele me amarrou com cordas de seda vermelha, os pulsos atrás das costas. O plug anal, grande, metálico, entrou devagar no meu cu, lubrificado com saliva. Ah… a sensação de ser preenchida. O colar com corrente, os clamps nos mamilos, puxando. Eu gemia baixo. A noite lisboeta entrava pela varanda, quente, úmida.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente

No dia seguinte, jet privado para o Algarve. O couro dos bancos colava na minha saia curta. Chegámos à villa de luxo, mas fomos direto para o iate ancorado na baía. O sol poente tingia o mar de ouro. Vinho verde pétillante, ostras frescas. Francisco sorriu: ‘Esta noite, vais para outro nível, minha puta.’ O meu marido acenou, olhos brilhantes. Eu sentia o plug pulsar a cada passo no convés de teca polida.

A tensão subia. Três homens apareceram, pretos, musculados, nus do mar. Max, o mais velho, sorriu. ‘Ela é tua?’, perguntou a Francisco. ‘Nossa. E do marido.’ Eu corei, mas a cona latejava. Alain me preparou: tirou a roupa, só o colar e a venda. ‘Estás pronta, amor?’, murmurou, enfiando o plug maior. Eu assenti, boca aberta para o gag de borracha preta.

No convés iluminado por luzes LED suaves, o cheiro a sal e loção solar misturava-se ao suor. Francisco me levou à proa. ‘Punida primeiro.’ Alain pegou no martinet de seda. Vlan! Nas nádegas. ‘Pela desobediência.’ Vlan! Nos seins. Eu gemia, o cu ardendo em volta do plug. Os três observavam, paus semi-duros balançando, grossos, venosos.

O Gangbang Selvagem no Iate de Luxo

Então veio o furacão. Max arrancou o gag. ‘Chupa, puta.’ Caí de joelhos, o convés quente sob os joelhos. A boca dele primeiro: salgado, grosso, enchendo a garganta. Glup, glup. Saliva escorria pelo queixo. Passei ao segundo, mãos nas bolas pesadas. ‘Boa boquinha branca’, grunhiu o terceiro. Chupei os três, alternando, garganta fodida, lágrimas nos olhos. Max gozou primeiro, jatos quentes na boca, engoli tudo, gosto amargo e cremoso. Os outros seguiram, esperma na cara, no cabelo.

Max deitou-se no deck chair de couro. ‘Senta no meu caralho, no cu.’ Tirei o plug com um pop molhado. Desci devagar, o cu dilatado engolindo aquele pauzão negro, 25cm, rasgando. Ahhh! Doía e era bom. O segundo veio pela frente, fodeu a cona molhada, duplo pénis me esticando. Gritei: ‘Fode-me mais!’ O terceiro na boca. Luxo e luxúria: iate balançando, marulho, gemidos ecoando na baía vazia.

Trocaram posições. Levrette: Max no cu, outro na cona, pistões sincronizados. ‘Toma, puta portuguesa!’ Esperma antigo lubrificava. Gozei três vezes, esguichos na madeira. Alain e Francisco fodiam-se ao lado, mas eu nem via. Os três gozaram dentro: cu cheio, cona transbordando, quente, escorrendo pelas coxas.

Depois, no jacuzzi borbulhante da villa, água a 38 graus, cheiro a lavanda. Eu nos braços do Alain, Francisco a acariciar. ‘Foste perfeita’, disse. Senti-me rainha. Privilégio de quem vive sem tabus: luxo que compra prazer puro. O meu corpo doía deliciosamente, marcas vermelhas nos seios, esperma seco na pele. Amanhã? Mais. Esta vida é minha agora.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *