Cheguei de jet privado a Lisboa, o ar quente a envolver-me como um abraço. Inês, é assim que me chamo, 48 anos, corpo tonificado de ioga e pilates. O meu marido, Pedro, grande e atlético, cabeça rapada, olhos famintos. Os nossos amigos, Ana, loira exuberante de 52, curvas generosas, e o Miguel, robusto, peludo, fã de futebol como o Pedro. Alugámos uma villa de luxo no Algarve, piscina infinita virada para o mar, iate ancorado na baía privada.
O cheiro do perfume Chanel N°5 dela misturava-se com o sal do oceano. Vestidos leves de seda deslizavam na pele suada. Jantares com vinho espumante, bolhas crepitantes na língua, risos altos sob as estrelas portuguesas. Na piscina, os bikinis caíram. ‘Tira o topo, Inês, sente o sol na pele’, disse Ana, peitos fartos balançando livres. Eu hesitei, mas o calor da noite… tirei. Os homens brincavam, mas os olhares ardiam.
A Atmosfera Exclusiva e a Tensão Sexual Crescente
Primeira noite, ouvi-os. O ranger da cama ao lado, gemidos abafados de Ana, ‘Ai, Miguel, fode-me mais forte!’. O grito dela ecoou, o meu clitoris latejou. Pedro endureceu contra mim, mas adormecemos tensos. De manhã, ela desceu de t-shirt curta, nua por baixo, sorriso malicioso. ‘Bom dia, dormiram bem?’ Sem aludir ao sexo barulhento.
Dias de iate: nuas no convés, champagne gelado escorrendo pelos seios. Miguel ergueu-se no short, pau marcado. Ana riu, puxou-o para a cabina. Gritos: ‘Come a minha cona, caralho!’. Nós, na proa, Pedro tocou-me, mas paramos. Tensão no ar, como eletricidade antes da tempestade. Na villa, nuas na piscina, eu e Ana brincávamos, ‘Que delícia nadar ao pelo, não é?’. Os homens observavam, paus semi-duros.
Noite quente, após cartas e vinho. ‘Banho de meia-noite?’, propôs Ana. Desnudei-me, água morna envolvendo os seios. Pedro seguiu, nu, pau meia-bomba. Ana adiantou-se ao bordo, pernas abertas. Miguel mergulhou, língua na cona dela. ‘Oh sim, chupa-me, amor!’. Ela gemia alto, coxas nos ombros dele. Nós víamos, hipnotizados. Ele virou-a, penetrou por trás, água chapinhando com cada estocada violenta. ‘Fode-me fundo, caralho, mais!’. Ana gritava, corpo ondulando.
O Clímax Selvagem no Banho de Meia-Noite
Não aguentei. Agarrei o pau duro de Pedro, masturbei-o devagar. ‘Quero-te agora’. Ele gemeu. Ana cavalgava Miguel de frente, pernas nos rins, cona engolindo o caralho grosso. Piscina em caos de ondas e gritos. Impalei-me em Pedro contra a parede, ‘Fode-me, Pedro, fode a tua puta!’. Rebolava, cona escorrendo, seios batendo na água. Ele agarrou as minhas nádegas firmes, metia forte. ‘Vou gozar!’, ele grunhiu, jatos de porra na água. Eu gozei atrás, ‘Sim, enche-me!’, beijando-o com língua faminta.
Eles acabaram no bordo: Ana de pernas em V, Miguel a bombar, ‘Toma o meu leite, vadia!’. Râles misturados. Depois, todos na água, rindo. ‘Fizemos um plano a quatro!’, Ana piscou. Eu sentia-me viva, cona ainda a pulsar.
Os dias seguintes? Orgia total. De manhã, ouvia Ana gemer, chupava Pedro até endurecer, montava-o gritando alto. Siesta: eles entraram no quarto, ‘Podemos juntar-nos?’. Miguel entre as minhas coxas, caralho enorme a esticar-me, ‘Que cona apertada, Inês! Fode-te como uma louca’. Pedro fodia Ana de quatro, ela rebolava o cu perfeito. Troca: eu em inversa no Pedro, Miguel na Ana. Gozos múltiplos, porra escorrendo, suor e luxúria.
No fim, jet de volta. Parêntese erótica, mas o desejo acordou para sempre. Privilégio de luxo e sexo sem tabus. Ainda sinto o sal, o cheiro de sexo misturado com Chanel. Querem repetir no próximo verão?