Cheguei a Lisboa há umas semanas, num jet privado que me deixou no topo do mundo. O hotel 5 estrelas no Chiado era puro luxo: mármore frio sob os pés, o aroma de jasmim no ar, champanhe Dom Pérignon gelado à espera. Precisava de mimos após um voo longo. Marquei um spa exclusivo. A estilista, Maria, uns 45 anos, curvas generosas, cabelo castanho ondulado, perfume Creed Aventus que me invadiu as narinas. ‘Bem-vinda, linda. Senta aqui para o shampoo.’ A água morna escorria, mãos dela macias no meu couro cabeludo. Falámos. ‘Estás sozinha? Um corpo assim merece companhia.’ Os seios dela roçavam o meu ombro, decote profundo, sutiã de renda preta a espreitar. Senti o calor subir.
Ela secou-me o cabelo, mas os olhos dela piscavam maliciosos no espelho. ‘Gostas do que vês?’ Abriu mais o robe, mamilos duros contra o tecido. Eu, hipnotizada, toquei. ‘Quero mais.’ Passámos para a sala privada. Ela ergueu a saia de seda, jarretes pretos, sem cuecas. A cona depilada, molhada, cheiro almiscarado. ‘Lambe-me, vai.’ Ajoelhei-me, língua na fenda salgada, clitóris inchado. Ela gemia baixo, ‘Assim, caralho, chupa bem.’ Dois dedos dentro, o cu dela piscando. Estava a ferver.
A Atmosfera Elétrica no Hotel de Elite
A porta abriu. Entrou Elena, 30 anos, morena perfeita, gerente do bar do hotel, saia justa, blusa aberta. ‘Maria, que é isto?’ Maria riu, ‘Experimenta, ele lambe como deus.’ Elena sentou-se ao lado, pernas abertas, mão na calcinha de renda. Olhei-a, rosto molhado de Maria. Lambeu-me os lábios. ‘Vem cá.’ Troquei, cona dela mais doce, mel escorrendo. Maria chupava os peitos dela. campainha tocou: Veronica, herdeira local, 40 anos, loira chignon, tailleur Chanel. ‘Meninas, que festa é esta?’ Viu a minha pila dura fora das calças. ‘Quero provar.’ Maria chupou-me primeiro, Elena as bolas. Gozei na boca delas, Veronica beijou-as, provando o meu leite.
‘Elas convidaram-me para o iate dela no Algarve amanhã. Aceitei. Jet para lá, villa de luxo à beira-mar, iate branco ancorado. Calor da noite portuguesa, vinho verde pétillante, brisa salgada. Chegaram: Maria em vestido de seda vermelha sem nada por baixo, Elena em biquíni fio dental, Veronica nua sob robe, e Marco, o massagista jovem do iate, 22 anos, corpo esculpido. ‘Vamos brincar.’ Na coberta, luzes suaves, eu bebi champanhe enquanto Maria abria as pernas, cona exposta. Elena ajoelhou-se nela, 69 guloso. Marco enfiou na Elena por trás, pila grossa a bombar.
Explosão de Luxúria no Iate Privado
Veronica montou-me a cara, cona peluda molhada no meu nariz. ‘Chupa, puta.’ Lambei voraz, dedos no cu dela. Troquei: fodi Maria em quatro, tapa na bunda, ‘Mais forte, enche-me o cu!’ Marco na cona dela, duplo penetração, pilas a roçar separadas por carne fina. Ela gritava, ‘Caralho, vou gozar!’ Elena fodia-se com um vibrador de luxo, Veronica fistava a cona dela. Eu e Marco gozámos nos peitos delas, leite quente escorrendo. Jogo: papéis com buracos. Elena tirou boca e cu: Marco na boca, eu no rabo apertado, ela uivava de prazer-dor. Maria: cona e cu, sanduíche perfeito, suor misturado com sal do mar. Veronica: boca e cona, sugava como viciada.
No final, mijámos na coberta, jatos quentes no ar, rindo. Repouso nu na villa, peles coladas, cheiro de sexo e Chanel. Senti-me rainha, privilegiada. Aquela luxúria selvagem num paraíso exclusivo… inesquecível. Volto sempre.