Estava em Lisboa com o Christopher, meu noivo britânico rico. Check-in no Tivoli, hotel 5 estrelas no Chiado. O ar cheirava a jasmim e mar. Eu, portuguesa de 28 anos, alta, loira ondulada até as costas, vestida num vestido de seda preta que roçava a pele como um sussurro. Ele, o rececionista – não, o manager VIP, João – alto, olhos escuros, sorriso que me arrepiou. ‘Bem-vinda, Sra. X. Deixe-me cuidar de si.’ A voz grave, perfume Creed Aventus, amadeirado e fresco.
Christopher foi para uma reunião. Eu, sozinha no bar, copo de champanhe Veuve Clicquot, bolhas cremosas na língua. João aparece. ‘Precisa de algo especial?’ Olhares cruzados. ‘Um passeio privado pela cidade?’ Hesitei. ‘Sim… porquê não?’ Ele sorriu, dentes perfeitos. No dia seguinte, soleado, ele me leva num jet privado para Algarve. O couro dos bancos quentes contra as coxas, o ronco suave dos motores, o sol poente tingindo o céu de laranja.
O Encontro Elétrico no Hotel de 5 Estrelas
Chegamos à marina de Vilamoura. O iate dele, 40 metros, branco imaculado, nome ‘Desejo’. ‘Suba, Maria.’ O convés de teca macia sob os pés descalços. Vento quente da noite algarvia, salgado, misturado com o seu cheiro. Jantar: lagosta grelhada, vinho verde espumante, gelado e ácido. Rimos, pernas roçando debaixo da mesa. ‘Estás incrível nessa saia.’ Mão dele na minha nuca, cabelo solto. Tensão no ar, elétrica. Beijo leve nos lábios. ‘Quero-te desde o check-in.’ Corpos colados, seda rasgando no vento.
No quarto principal, cama king size com lençóis de linho egípcio, frios contra a pele a ferver. Ele me despe, devagar. Seios pequenos, mamilos duros pelo desejo – e pelo ar condicionado. ‘Que cona perfeita.’ Dedos dele na minha humidade, cheiro almiscarado subindo. Eu gemo, ‘Fode-me, João.’ Caralho dele, grosso, veias pulsantes, 20 cm de puro fogo. Eu de joelhos, engulo, saliva escorrendo, gosto salgado e pré-gozo.
A Explosão de Luxúria no Iate Privado
Ele me deita, missionário selvagem. ‘Abre as pernas, puta luxuosa.’ Empurro as coxas, cona exposta, molhada como o mar lá fora. Ele entra devagar, esticando-me, preenchendo tudo. ‘Que caralho enorme!’ Grito. Ele acelera, bolas batendo no cu, suor misturando-se ao óleo de massagem Tom Ford. Eu ondulo, cona apertando-o, clitóris inchado roçando o pubis dele. ‘Gozas para mim?’ ‘Sim, fode mais forte!’ Orgasmo explode, contrações violentas, sumo escorrendo pelas nádegas.
Mudo de posição. ‘Agora eu mando.’ Cavalgo-o, caralho fundo, até ao colo do útero. Mão no clitóris, círculos rápidos, seio na boca dele, mordendo o mamilo. ‘Chris nunca me fode assim.’ Rio, malandra. Ele vira-me de quatro, espeta no cu – lubrificado, apertado virgem para ele. ‘Relaxa, vadia.’ Dedo na cona enquanto fode o cu, duplo prazer. Grito como animal, ‘Porra, sim! Goza dentro!’ Ele explode, jatos quentes enchendo-me, eu gozo de novo, pernas tremendo, unhas cravadas nas costas dele.
Deitados, exaustos, champanhe na boca um do outro. O iate balança suave, estrelas no céu algarvio. Sinto-me rainha, privilegiada. Luxo e luxúria fundidos. Christopher? Distante agora. Isto foi real, cru, meu. Nunca esqueço o cheiro dele na minha pele, o sabor do nosso suor. Voltei a Lisboa de jet, pernas doridas, sorriso secreto. Vida de elite, desejo sem tabus.