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Minha Paixão Luxuriosa: Jet Privado, Hotel 5 Estrelas e Iate na Algarve

Acabei de aterrissar de jet privado em Lisboa, o corpo ainda vibrando com o ronco dos motores. O ar quente da noite portuguesa envolve-me, misturado ao cheiro do meu perfume Chanel Nº5, aquela essência floral e amadeirada que me faz sentir uma deusa. O meu amante, o Ricardo, um magnata dos vinhos, espera-me no Rolls-Royce à pista. Os seus olhos devoram-me enquanto entro, a saia de seda preta subindo ligeiramente nas coxas.

Check-in no Four Seasons, suite presidencial com vista para o Tejo. O quarto é um sonho: lençóis de algodão egípcio, lustres de cristal, uma garrafa de Dom Pérignon gelada à espera. ‘Minha portuguesa safada’, murmura ele, puxando-me para si. As suas mãos quentes deslizam pela minha cintura, mas eu afasto-me um pouco. ‘Espera, amor, tenho de me arrumar para o brunch VIP amanhã. Os teus amigos chegam cedo.’ Ele ri, a voz grave. ‘Deixa-os esperar. Quero-te agora.’ Sinto a ereção dele contra mim, dura como pedra, mas resisto. O calor da sua pele, o sabor do champanhe na boca dele quando me beija o pescoço… ai, é tentador.

A Chegada Explosiva ao Luxo Português

No dia seguinte, acordo com o sol filtrando pelas cortinas de veludo. Visto uma robe de seda vermelha, os seios livres, o tecido roçando os mamilos eretos. Enquanto arrumo a suite – copos, frutas tropicais da bandeja –, ele aparece nu, a pica semi-dura balançando. Aproxima-se por trás, as mãos nos meus seios, apertando os bicos. ‘Para, Ricardo, não é hora. Os convidados vêm a qualquer momento.’ Ele ignora, uma mão descendo para a minha cona, já húmida. ‘Estás molhada, mentirosa.’ Gemo baixinho, mas empurro-o. ‘Mais logo, prometo.’ Ele vai para o duche, frustrado, a pica agora fully erect.

Volto ao trabalho, aspirador na suite, robe semi-aberta. Ele sai do banho, cheiro a sabonete de bergamota, e ataca de novo. Mão no meu cu, dedilhando. ‘Fode-me rápido?’, sussurra. ‘Não, caralho, vai-te embora.’ Mas o desejo cresce, o ar carregado de tensão. Maquilho-me, solto o cabelo ondulado, visto um vestido justo sem sutiã, o decote revelando curvas. Na cozinha da suite, corto frutas, ele cola-se, pila no meu rabo. ‘Quero-te, Sofia.’ Gigo para fugir, mas ele insiste. ‘Depois, juro.’ Vergonha minha, mas ele acalma-se.

Os amigos chegam: casal rico, champagne flows. Sentamo-nos à mesa na varanda, eu nua por baixo do vestido, ele sem cuecas. Durante o brunch, pés descalços tocam coxas. A minha mão roça a sua pica inchada sob a mesa, ele retribui, dedos na minha cona escorrendo. Conversa banal, mas olhos queimam. ’20 centímetros, pelo menos’, sussurro-lhe ao ouvido. ‘Vais gozar até implorar.’ Eles propõem passeio pelo Chiado; vamos, frustrados, eu rebolando o cu à frente dele.

O Êxtase Selvagem no Iate Privado

De volta, explosão. Na suite, beijos vorazes, ele arranca o vestido. Nuos, eu sento-me na mesa de mármore, pernas abertas. ‘Chupa-me, safado.’ Língua dele na cona, sugando o clitóris, dedos no cu. Gozo rápido, gritando, corpo arqueado. ‘Agora fode-me forte!’ Ele levanta-se, pica grossa entra de rompante, olhos nos olhos. Floc floc dos corpos, suor misturado ao cheiro de sexo. ‘Mais, caralho, até às bolas!’ Pilo-o, ele geme. Pausa, viro-me, oferto o cu. ‘Enfia no meu rabo.’ Lubrifica com saliva, penetra devagar, depois brutal. Dor e prazer, grito ‘Fode o meu cu!’. Ele aguenta, muda posições.

Jet para Algarve, iate ancorado. No deck, noite estrelada, vento salgado. Ele deita-me no colchão de seda, pica na boca. Chupo gulosa, bolas na mão. Monta-me, fode missionary, depois doggy contra o corrimão. ‘Goza dentro, amor!’ Ele explode, jorro quente na cona, eu orgasmo em ondas, unhas nas costas dele.

Deitados exaustos, vinho rosé na pele, iate balançando. Sinto-me rainha, privilegiada. Este luxo, este desejo cru… nada se compara. O corpo dele junto ao meu, cheiro de mar e sexo. Perfeito.

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