Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Sou portuguesa, de sangue quente como o sol do Algarve. Chamo-me Leonor, descendente de rainhas livres. Ontem, no Ritz de Lisboa, tudo começou. O lobby cheirava a jasmim e couro italiano. Vestido de seda preta colado à pele, decote fundo mostrando meus seios fartos. Ele esperava: Rafael, cantor de fado moderno, olhos verdes como os meus, corpo esguio e forte. ‘Estás divina, Leonor’, murmurou, mão na minha nuca. Subimos para a suite presidencial. Champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas estalando na língua. A vista para o Tejo ao pôr do sol, laranja e roxo. Beijei-o primeiro, faminta. Língua dele na minha boca, gosto de vinho tinto. Mãos dele apertando minha bunda firme sob a seda. ‘Quero-te agora’, disse eu, voz rouca. Ele riu baixo, perfume Creed Aventus invadindo minhas narinas. Deitamos na cama king size, lençóis de fio egípcio roçando a pele. Dedos dele nos meus mamilos duros, beliscando devagar. Eu gemi, arqueando as costas. A tensão crescia, ar quente da noite lisboeta entrando pela varanda.
Jet privado nos esperava no aeroporto. Voamos para o Algarve em meia hora. Ele me fodeu com os olhos o tempo todo. Chegamos ao iate ancorado na baía de Lagos, 40 metros de puro luxo, madeira de teca brilhando sob a lua. Garrafa de Moët na mão, subimos ao deck. O mar negro lambendo o casco, sal no ar misturado ao cheiro dele. ‘Despi-me’, ordenei. Ele obedeceu, lento. Meu vestido caiu, nudez exposta: pele branca de lys e rosa, cona já molhada depilada. Ele nu, caralho grosso e duro, veias pulsando, 20 cm de tesão. Puxei-o para mim. Chupei primeiro, boca cheia, saliva escorrendo. ‘Assim, caralho, chupa mais fundo’, grunhiu ele. Eu engoli até a garganta, olhos no dele. Depois, deitei no lounge de couro macio. Pernas abertas, ele lambeu minha cona, língua no clitóris inchado, dedos enfiando fundo. ‘Estás encharcada, puta deliciosa’, disse. Gozei na boca dele, gritos ecoando no mar.
A Noite que Começou no Ritz de Lisboa
No iate balançando, ele me virou de quatro. Caralho entrando na cona de supetão, esticando-me toda. ‘Fode-me forte, Rafael!’. Ele socava, bolas batendo na minha pele, suor pingando. Mão no cabelo, puxando. Tropeçamos para a villa na praia privada, cama redonda com dossel de gaze. Ele me comeu de missionário, pernas nos ombros, penetrando até o útero. ‘Sente o meu caralho a rasgar-te?’. Eu arranhava as costas dele, unhas marcando. Virou-me ao contrário, cu exposto. Lubrificante de baunilha, dedo primeiro, depois a cabeça grossa. ‘Vai devagar… ah, fode o meu cu!’. Entrou todo, ritmo animal. Gozei de novo, cona vazia contraindo, jatos molhando os lençóis. Ele explodiu dentro, porra quente enchendo-me, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, corações disparados.
Agora, na villa, sol nascente no horizonte. Corpo dolorido mas saciado. Provei o luxo: jet, iate, orgasmo selvagem. Sinto-me rainha, livre como as antepassadas. Ele dorme ao lado, cheiro de sexo no ar. Foi mais que foda: foi poder, desejo puro. Quero mais. Quem não?