Ontem, cheguei de jet privado a Lisboa e seguimos direto para a minha villa no Algarve. O sol escaldante batia na pele, misturado ao cheiro salgado do mar e ao perfume de jasmim dos jardins. João, o meu amigo de infância, veio almoçar. Quinze anos de cumplicidade, mas sempre com esse fogo escondido. Ele é alto, moreno, elegante… 1,80m de puro desejo disfarçado de simpatia. Eu? Ana, 32 anos, corpo tonificado de ioga, curvas que o biquíni de ontem na piscina infinita ainda marca.
A villa é um sonho: mármore branco, vistas para o oceano, adega com Dom Pérignon gelado. Vestia um vestido de seda preta, curto, que roçava as coxas como um amante. Servi salmão fumado e ostras, o vinho pétillando na taça, borbulhas dançando na língua. Sentámo-nos na varanda, brisa quente da noite portuguesa a subir. ‘Estás linda, Ana’, disse ele, olhos devorando-me. Ri, nervosa. ‘O preto fica-te tão bem… hum, sexy.’
A Tensão no Paraíso de Luxo
Na cozinha aberta, ao pegar uma garrafa no armário baixo, o vestido subiu. Ele viu a renda preta da minha tanga. ‘Adoro isso em ti.’ Corei, mas o vinho soltava a língua. ‘Queres ver melhor?’ Brincou. ‘Olho por olho, João.’ Ele sorriu, malicioso. Desabotoou a camisa de linho, revelando peito liso, depilado. ‘Tocas?’ Aproximei-me, dedos traçando a pele macia. O calor subia, o ar carregado de tensão. Ele baixou as calças, boxer justo marcando a ereção. ‘Rasa por baixo?’ Perguntei, ousada. ‘Vê tu mesma.’ No quarto principal, espelho gigante, luz suave de candeeiros de cristal. Tirei-lhe o boxer. Caralho liso, grosso, sem um pelo. ‘Que lindo… queres ver o meu?’ Ele assentiu, voz rouca.
Levantei o vestido, deslizei a tanga de renda pela seda das pernas. Cona depilada, lábios rosados brilhando de excitação. Ele ajoelhou-se, nariz roçando, inalando o meu aroma doce. ‘Perfeita.’ As mãos dele nas minhas nádegas, boca no pescoço. Nuos, colados ao espelho, o meu rabo contra o pau dele duro. Beijámo-nos, línguas quentes, gosto a vinho e sal.
Ele virou-me, mãos nos meus seios pequenos, mamilos duros sob os dedos. ‘Fode-me, João.’ Ajoelhei, peguei no caralho, liso e quente. Lambeu a glande, salgada, engoli devagar, sentindo pulsar na garganta. Ele gemia, ‘Assim, chupa fundo.’ Dedos dele no meu cu, úmido de tesão. Levantei-me, guiei-o à cama king size, lençóis de seda egípcia frios na pele ardente.
A Luxúria Selvagem sem Filtros
Deitei-me, pernas abertas. Ele lambeu a cona, língua no clitóris, dedos fodendo o buraco molhado. ‘Estás encharcada.’ Dois dedos no cu, esticando, eu gemia alto, ondas de prazer. Montei-o, cona engolindo o caralho até ao fundo, balançando, seios saltando. ‘Mais forte!’ Virei de quatro, mãos no toucador de mármore. Ele fodeu-me a cona, pau batendo molhado, depois cuspiu no cu, glande forçando entrada. ‘Vai, arromba-me.’ Entrou devagar, centímetro a centímetro, o cu apertado a sugar. Ritmo brutal, bolas batendo, eu gritava, ‘Fode o cu, enche-me de porra!’
Gozei primeiro, corpo tremendo, cona contraindo. Ele acelerou, rugiu, jorrou quente dentro do cu, escorrendo pernas abaixo. Caímos na cama, suados, cheiro de sexo misturado a Chanel No5 e mar.
Depois, duche dourada, água quente lavando o pecado. Abraçados na varanda, champagne de novo, estrelas no céu algarvio. ‘Foi incrível, Ana. Privilégio nosso.’ Senti-me rainha, num mundo de luxo onde desejo manda. Voltamos a prometer mais. Aquela villa nunca mais será a mesma.