Hoje o sol brilha forte sobre Lisboa. Acordei cedo no meu hotel de cinco estrelas, o Bairro Alto, com vista para o Tejo. Vista o robe de seda preta, que desliza macio na pele. Desço à piscina infinita. Lá, vejo-o: quarenta anos, alto, musculoso, elegante num fato slim. Olhos castanhos intensos. Ele observa o horizonte, talvez golfinhos no rio. Aproximo-me, copo de prosecco na mão, bolhas crepitando na língua.
— Bom dia. Golfinhos?
A Tensão no Ar de Luxo em Lisboa e Algarve
— Sim, uma manada ali, perto da falesia.
Ajusto os óculos escuros, vejo-os saltar. Conversamos. Ele é investidor, de passagem. Convida-me para o seu jato privado até à Algarve. Aceito. O couro dos assentos cheira a novo, perfume Chanel dele invade o ar. Chegamos ao iate ancorado na baía privada. Vento quente da noite portuguesa acaricia a pele. Champanhe Dom Pérignon, gelado, sabor cítrico explodindo.
Subimos ao deck superior. Observamos o mar. Paro para arrumar a bolsa, o vestido solto sobe, revelando o fio dental de renda vermelha. Sinto o olhar dele queimar.
— Foi para atrair golfinhos que puseste isso?
Corro. Ri.
— Não te envergonhes. Fica-te bem.
Justifico:
— Menos volume no jato.
— Verdade, as cuecas remexem. Mas isso… excita.
Desafio:
— Assumo!
Olha o deck inferior, vazio.
— Ali, nos cabos, ninguém vê.
Descemos. Isolados por velas brancas, sol poente aquece. Ar de sal e jasmim.
— Este calor… tira o vestido.
O Êxtase Cru no Iate Privado
Sorrio cúmplice. Viro costas, deslizo o vestido de seda, expondo o cu empinado no fio dental. Cambro-me, abro as pernas. Ele suspira.
— Que cu perfeito. Bem moldado.
Viro-me, massageio a cona por cima da renda, já molhada. O clitóris inchado, tecido ensopado de mel.
— Estás a encharcar a calcinha como uma puta!
Adoro. Lambe os dedos, saboreio o meu néctar salgado, aroma íntimo.
— Queres provar?
Ajoelho, cul bem alto. Afasto a renda, exponho o cu rosado. Enfio dedo, gemendo. O esfíncter aperta, entro e saio, molhando mais a cona. Pareço vadia.
Levanto, chupo o dedo sujo de cu. Ele já se masturba, calças no chão. Pauzão grosso, veias pulsantes, pré-gozo babando.
— Prova na fonte.
Chupo o caralho. Quente, viscoso. Gobo a cabeça, aspirações fortes. Ele treme. Goza jatos grossos na boca, engulo tudo, uns pingos no peito de seda.
— Pusinha! Vira, limpo-me no teu cu.
Cambro, sinto o pau mole escorregar na raia, deixando esperma pegajoso.
Vestimo-nos rápido. Voltamos ao deck, prosecco na mão. Silêncio cúmplice.
— A minha mulher ia adorar-te.
Rimos. Trocamos números no cais da villa de luxo. Sento no jato de regresso, cu pegajoso, sorrindo. Que privilégio, esta luxúria num paraíso exclusivo. Nunca esqueço.