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Minha Paixão Selvagem no Iate de Luxo em Algarve

Acabei de voltar de um fim de semana que mudou tudo. Eu sou Inês, 24 anos, portuguesa de alma livre, com um passado que me endureceu, mas que me tornou insaciável pelo prazer. Ele, o Didier, um lisboeta elegante de 38, chefe de uma empresa de luxo, motard no fundo, mas sempre impecável. Tudo começou num hotel 5 estrelas no Chiado, Lisboa. O quarto cheirava a jasmim e ao perfume dele, Creed Aventus, amadeirado e fresco. Vestido de seda preta colava-se à minha pele suada pela excitação da noite quente.

Chegámos de jet privado do aeroporto. Ele me pegou no meu apartamento simples, mas eu já sentia o formigueiro. No hotel, champagne Dom Pérignon gelado, bolhas estalando na língua. ‘Inês, tu estás linda’, murmurou, os olhos devorando-me. Eu hesitei, mordi o lábio. ‘Tu também, mas… e se alguém nos vê?’ Ele riu baixo, puxou-me para o colo. As mãos dele na minha coxa, subindo devagar, sentindo a renda da lingerie. O ar condicionado contrastava com o calor do corpo dele. Beijámo-nos ali, na varanda, vendo as luzes da cidade. A tensão crescia, o meu sexo já molhado, latejando.

A Noite que Começou em Lisboa

No dia seguinte, jet para Algarve. Villa privada com piscina infinita, mas fomos direto para o iate ancorado na baía. O sol poente tingia o mar de ouro, brisa salgada misturada ao cheiro de loção solar Chanel. Eu em biquíni mínimo, ele de calções justos, o volume já evidente. ‘Quero-te agora’, disse eu, voz rouca. Ele sorriu, puxou-me para a cabine de luxo, tapetes persas, cama king size com lençóis de seda egípcia. A música jazz suave, copos de vinho verde pétillante na mesa.

Não aguentei mais. Desatei o biquíni, os seios livres, mamilos duros. Ele gemeu, ‘Porra, Inês, és perfeita’. Caí de joelhos, abri os calções dele, o caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Chupei devagar, língua rodando no glande, engolindo até à garganta. Ele agarrou o meu cabelo, ‘Assim, caralho, chupa mais fundo’. Eu babava, engasgava de prazer, os dedos dele no meu clitóris, esfregando forte. Levei-o ao limite, mas parei. ‘Fode-me’, implorei.

O Clímax no Iate e a Villa

Deitei-me na cama, pernas abertas, cona exposta, molhada e inchada. Ele lambeu-me primeiro, língua mergulhando nas pregas, chupando o clitóris como se fosse mel. Gozei gritando, corpo convulsionando, sumos escorrendo. ‘Agora entra em mim!’, berrei. Ele posicionou o caralho na entrada, empurrou devagar. Senti-o esticar-me, preencher-me toda, dolorosamente bom. ‘Mais forte!’, pedi. Ele acelerou, pilhas brutais, bolas batendo no meu cu. Mudámos: eu por cima, cavalgando selvagem, cona engolindo-o até ao fundo, seios balançando. ‘Vou gozar!’, grunhiu ele. ‘Dentro, enche-me de porra!’, respondi. Ele explodiu, jatos quentes inundando-me, e eu gozei de novo, tremendo, unhas cravadas no peito dele.

Depois, na villa, deitados na cama desfeita, suor misturado, cheiro de sexo no ar. Ele afagava o meu cabelo, ‘Isto foi… único’. Eu sorri, corpo saciado, cona ainda latejando com o sêmen dele escorrendo. Senti-me rainha, privilegiada num mundo de luxo e luxúria pura. A noite portuguesa quente selou-nos. Voltei a Lisboa flutuando, ansiando pelo próximo iate.

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