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O Meu Parto Erótico na Praia Privada de Algarve

Eu e o João, casados há dois anos, vivíamos um sonho. Chegámos de jet privado de Lisboa, onde passámos a noite num hotel cinco estrelas no Chiado. O cheiro do perfume dele, um Creed Aventus, misturava-se com o sal do ar. Agora, na nossa villa exclusiva em Algarve, depois de um dia no iate, o ar estava carregado de desejo. Eu sentia o calor da noite portuguesa na pele, húmida, como um convite.

Regressei do spa, exausta mas excitada. Ele não me viu logo. Encontrei-me nua no banheiro de mármore, a chorar baixinho, encostada à pia. As lágrimas escorriam, salgadas como o mar ali ao lado. Ele entrou, a camisa aberta revelando o peito bronzeado. Senti o pau dele endurecer no ar, mas ele aproximou-se terno. ‘O que se passa, amor?’

A Noite Sensual na Villa de Luxo

‘Não vou ter filhos, João. Estou vazia.’ Os meus olhos vermelhos fixavam-se nos dele. Ele abraçou-me, o corpo quente contra o meu. ‘Tu és perfeita para ser mãe. Vamos tentar de novo.’ Os lábios dele roçaram os meus, gosto de lágrimas e vinho espumante Dom Pérignon que bebemos no iate. As mãos dele desceram para a minha cona, já molhada. ‘É o dia certo’, sussurrei, ofegante.

Ele pegou-me ao colo, levou-me para o quarto com lençóis de seda egípcia. Beijei-o, desci à cona dele, lambi o clitóris inchado. Gemi, os fluidos doces na boca dele. Tirei-lhe a roupa, o caralho duro como rocha, veias pulsantes. Deitei-me, ele entrou devagar. ‘Fode-me forte, enche-me de porra!’ Gritei enquanto ele bombava, os corpos suados colados. Gozei primeiro, tremendo, e ele explodiu dentro, jatos quentes na minha cona onctuosa. Dormimos enlaces, o cheiro de sexo e luxo no ar.

Semanas depois, engravidei. O ventre cresceu perfeito no meu corpo de modelo. Vivíamos sexo todos os dias. De manhã, debaixo do chuveiro de lluvia tropical, ele malaxava os meus peitos cheios de leite, dobrados de tamanho. ‘Branquinha espanhola com estas tetas, amor’, ria ele, gozando entre elas. À noite, no tapete persa da sala, fodíamo-nos horas, o vinho tinto alentejano a escorrer pelos lábios.

O Clímax na Praia e o Nascimento Mágico

Mudámo-nos para esta villa à beira-mar, praia privada só nossa. Comprámos com o dinheiro do iate dele. Cada canto baptizado com porra e gemidos. O quinto mês, ventre enorme, excitava-nos mais. Passeávamos nus na praia ao pôr do sol, água morna lambendo as pernas.

Uma noite, como sempre, mergulhámos. O sal na pele, âcre, como naquela primeira noite. Secámo-nos na areia quente. Levantei-me sobre ele, cona inchada pelo bebé prestes a nascer, ventre reluzente no sol poente. Ele beijou-a, subiu lambendo cada centímetro. ‘Vai acontecer agora’, disse, olhos arregalados. Líquido quente jorrou dos meus pés. Perdi as águas.

‘Para o hospital!’, panicou ele. ‘Não, aqui é perfeito. Aaaah!’ Contrações vieram fortes. Sentei-me na areia, ele atrás, peito contra as minhas costas. Senti o caralho dele endurecer contra mim. ‘Estás duro? Fode-me o cu, ajuda-me!’ Ele entrou no meu rabo apertado, duro como ferro. ‘Assim, amor! Puxa!’ Bombava ritmado com as dores, eu gemia misturando prazer e parto.

‘Puxa, a cabeça vem!’ A mão dele na cona, sentiu o bebé. Acelerei, ele fodia mais fundo. Gozei gritando, porra jorrando no cu enquanto a cabeça saía da cona. ‘Aaaah, nasceu!’ Ele recebeu o nosso filho, colocou-o no meu ventre agora vazio. Beijámo-nos, lágrimas e suor, sol mergulhando no mar. Enrolámos o bebé na toalha de cashmere, fomos ao hospital. Aquele momento, luxo e luxúria selvagem, foi o pico da minha vida. Sinto ainda o cheiro do mar, o gosto da vitória.

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