Tenho 30 anos, loira, casada, mas aberta ao desejo. Nunca fantasiara com mulheres. Até Catarina. Ela chegou há uns meses, morena miúda, 1,65m, 50kg, peitinhos empinados, rabo redondo e uma coninha quase sem pelos. Simpatizamos logo. Fazemos compras juntas, confidências. Os maridos? Nem se falam. Melhor assim, vemos-nos só nós.
Este fim-de-semana, luxo total. Convidei-a para o Tivoli Palácio da Paz, 5 estrelas em Lisboa. Chegámos de jato privado do Porto. O cheiro do couro novo, o champanhe gelado a borbulhar na taça. ‘Inês, isto é outro mundo’, diz ela, os olhos a brilhar. Eu sorrio, toco-lhe o braço. A seda do vestido dela roça a minha pele, arrepio.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Sexual em Ascensão
Jantámos no rooftop, vista para o Tejo. Vinho verde espumante, ostras frescas, o calor da noite portuguesa a aquecer-nos. Ela ri, inclina-se, o perfume dela – Chanel No. 5, floral e caro – invade-me. ‘Queres ir para a Algarve amanhã? Tenho iate e villa alugados.’ Aceitei. No quarto, sozinhas, a tensão cresce. Ela despiu o robe, só lingerie preta. Eu hesitei. ‘Mostra-me como te tocas, Inês. Eu mostro primeiro.’
No iate ao largo da Algarve, mar calmo, sol a pôr-se. Chegámos de helicóptero da villa. Brisa salgada, o som das ondas. Ela de biquíni mínimo, deita-se no deck. ‘Estou tão molhada…’ Vejo-a tocar-se, coxas abertas, dedos na cona depilada, só um tufo acima. Paro, curiosa. Ela abre os olhos. ‘Não fujas, Inês. Junta-te a mim.’
A tensão explode. O luxo – o iate de 30 metros, o bar com garrafas de Dom Pérignon – funde-se ao desejo. Ela cheira a sal e excitação, doce e almiscarado.
O Acto Intenso: Luxúria Selvagem no Iate
Ela puxa-me. ‘Tira isso.’ Nuas no deck, pele contra pele. A dela morena e suave, a minha clara. Beijamo-nos, línguas urgentes. ‘Lamba-me a cona, Inês.’ Deito-a no colchão de seda, pernas ao alto. Cheiro a cona dela, molhada, quente. Enfio a cara, nariz na racha. Língua na entrada, sucos a escorrer. Ela geme: ‘Assim, caralho, chupa o clitóris!’ Encontro o botão inchado, chupo forte, dedos dentro, dois, três, fodo-a rápido. Ela treme, ‘Vou gozar! Fode-me mais!’ Goza na minha boca, jatos quentes, grito rouco ecoa no mar.
Agora ela. ‘A minha vez.’ Abre as minhas pernas finas, cona loira, lábios rosados. ‘Que delícia.’ Lambe devagar, da entrada ao cu, língua experiente. ‘Estás encharcada.’ Dois dedos no cu, outro na cona, rotaciona. Eu gemo, ‘Catarina, fode-me forte!’ Chupa o clitóris, aspira, morde leve. O luxo selvagem: ondas batem no casco, sol queima a pele, suor mistura-se aos sucos. Gozo explosivo, corpo arqueado, ‘Porra, sim!’
Viramo-nos, 69 no deck. Conas na cara uma da outra. Lamemos vorazes, dedos em rabos, unhas cravadas. ‘Come-me toda!’ Gritos, gemidos, luxúria pura. Gozamos juntas, tremendo, molhadas de suor e prazer.
Depois, deitadas, champanhe na pele, lambendo gotas. O iate balança suave. Sinto-me privilegiada. Este momento – hotel, jato, iate, villa – único. Catarina beija-me: ‘Nunca senti tanto.’ Eu também não. O desejo lésbico acordou, sem tabus. Volto à vida normal, mas isto? Inesquecível. Se leres, Cathy, falta-me a tua cona.