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A Minha Sessão Secreta no Hotel de Luxo em Lisboa

Acabei de sair daquela suíte no hotel de cinco estrelas no coração de Lisboa. O ar ainda cheira a jasmim da noite portuguesa, quente e pegajoso na pele. Eu, uma lisboeta de 28 anos, casada há cinco, decidi surpreender o meu homem com uma sessão fotográfica sexy. Ele sempre falou de um fotógrafo famoso, antigo colega, agora rei das imagens provocantes. Marquei sem lhe dizer. Queria vê-lo excitado, os olhos vidrados nas fotos.

A porta da suíte abriu-se com um clique suave. Victor, o fotógrafo, alto, elegante no fato cinzento Tom Ford, cheirava a Creed Aventus, amadeirado e fresco. ‘Bem-vinda, Ana. Entra, relaxa.’ A suíte era um sonho: sofás de veludo cinzento, cortinas pesadas de seda preta, vista para o Tejo reluzente. Uma garrafa de champanhe Dom Pérignon gelava no balde de prata. ‘Queres um copo?’ Neguei com a cabeça, nervosa, mas o borbulhar do vinho já me aquecia por dentro.

A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão que Cresce

Vesti uma robe de seda azul-marinho, por baixo, lingerie de renda bege, nova, fina como um sussurro. Posicionei-me junto à janela enorme. ‘Natural primeiro’, disse ele, clicando. O sol poente batia nas minhas costas, dourando a pele. Tirei os sapatos, o chão de mármore frio nos pés. Abri o livro que apanhei na mesa – um Eça de Queirós, ironia do destino. Sentei no sofá, desabotoei o robe devagar. O flash piscava, o jazz suave de Norah Jones enchia o ar.

‘Ótimo, abre mais.’ O coração acelerava. A renda roçava os mamilos, endurecendo-os. Ele aproximou-se, ajustando luzes. ‘Vira-te, arqueia as costas.’ Obedeci, sentindo o olhar dele, não só da máquina. O calor subia, entre as coxas umidade traidora. ‘Queres ir mais longe? Nu?’ Hesitei… sim, queria. Desapertou o sutiã, os seins firmes saltaram livres, tetas duras como pedras. O string colava-se à cona molhada. Tirei tudo, nua na luz suave, pele de galinha no ar condicionado misturado ao calor lisboeta.

O Prazer Selvagem e a Revelação Final

Ele pausou. ‘Perfeita. Senta no sofá, abre as pernas.’ Fiz, expondo a cona inchada, lábios húmidos brilhando. ‘Toca-te.’ Mordi o lábio, dedos deslizando no clitóris latejante. Gemi baixo. Ele ofereceu um venda de seda negra. ‘Melhor assim?’ Sim. Venda nos olhos, o mundo sumiu. Meti dois dedos, fodendo-me devagar, o cheiro do meu desejo misturado ao champanhe. ‘Há um vibrador ali.’ Apanhei-o, grosso, macio. Introduzi, gemendo alto, ondas de prazer subindo.

Ele aproximou-se. ‘Queres que eu…?’ ‘Sim, fode-me!’ Virei-me de joelhos no sofá de veludo, rabo empinado. Sentiu a cabeça do caralho dele na entrada da cona, grosso, veias pulsantes, maior que o do meu marido. Entrou devagar, enchendo-me toda, curvado no ponto certo. Clicava fotos enquanto me fodia, pausando para captar. Gozei gritando, cona apertando-o, sumos escorrendo pelas coxas. ‘Agora aqui’, disse, cuspindo no cu. Nunca antes, mas deslizou fácil, grosso rasgando prazer novo. Bombeava forte, mãos nas ancas, suor misturando-se ao meu.

‘Vou gozar.’ Arqueei mais, sentindo jatos quentes no cu fundo. Caiu exausto, mas eu tremia ainda. Duas semanas depois, os álbuns digitais chegaram. O primeiro, para o marido: eu sexy em lingerie, artística. O segundo… cru. A minha cona aberta, o caralho dele a entrar, o meu gozo em close. A última foto gelou-me: eu de venda, ele prestes a foder-me o cu, e ao fundo, na penumbra, o meu marido, fato impecável, caralho na mão, a ver tudo. Victor ligara-lhe. Eles planearam. Senti vergonha… e um privilégio imenso. Num jet privado no dia seguinte para o iate na Algarve, o meu homem fodeu-me selvagem, sussurrando ‘Eras tão puta linda’. Nunca me senti tão viva, tão dona do meu desejo. Luxo na pele, luxúria na alma.

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