Olá, chamo-me Inês, tenho 46 anos, casada há dez com o meu amor, o Pedro. Somos abastados, viajamos sempre em grande: jatos privados, hotéis de cinco estrelas em Lisboa, iates no Algarve. Ontem… ou melhor, ainda sinto tudo fresco. Chegámos de jet de Lisboa para uma villa exclusiva na Falésia. O ar quente da noite portuguesa envolvia-nos, misturado com o sal do mar. Tomámos um champanhe Veuve Clicquot na suite, borbulhas frias na língua, seda do robe a roçar a pele nua.
Saímos para um passeio no iate privado, ancorado numa baía escondida. O sol poente tingia o céu de laranja, o motor ronronava suave. Eu vestia um bikini mínimo, fio dental que mal cobria os meus seios fartos. Pedro, de calções justos, já me olhava com fome. Parámos num recanto rochoso, mergulhámos na água cristalina. Ao subir, rios de gotas escorriam pelo meu corpo, os mamilos endurecidos pelo frio. Ele aproximou-se, mãos na minha cintura, beijo molhado e urgente. ‘Quero-te agora’, murmurou. As minhas coxas tremeram, mas… paramos. Alguém se aproximava.
A Tensão no Paraíso do Algarve
Era o João, o jovem marinheiro de 25 anos, bronzeado, músculos definidos pelo trabalho no mar. Cabelos pretos molhados, sorriso tímido mas olhos famintos. Trouxe água fresca de uma garrafa de cristal. ‘Sem água, é perigoso aqui’, disse, voz grave. Sentámo-nos no deck de teca polida, o cheiro do seu perfume Creed misturado com maresia. Conversámos: ele falava da vida no iate, das noites solitárias. Olhava-me mais para mim, para as minhas curvas ainda húmidas. Pedro notou, sorriu cúmplice. A tensão crescia, o ar carregado de desejo. Bebi um gole de água gelada, senti o calor subir.
De repente, João hesitou: ‘Vocês são tão abertos… Eu aqui, sozinho, só penso em… prazer. Se a Inês me fizesse uma mamada, seria o homem mais feliz. Sem ofensa, Pedro?’ Fiquei paralisada, o coração a bater forte. Pedro riu baixo: ‘Ela decide. Eu… estou curioso.’ Eu? Molhada já, entre as pernas. ‘Eu… quero. Vamos para a cabine.’ O luxo do interior: sofás de couro italiano, luzes suaves.
O Prazer Sem Limites e o Depois
Entrámos. João baixou os calções, a pila dele saltou: grossa, veiada, cabeçona inchada, uns 18 cm. Cheirava a macho limpo, salgado. Pus-me de joelhos no tapete persa, agarrei-a com as duas mãos, pele quente e sedosa. Lambe a glande devagar, saboreio o pré-gozo salgado. Ele gemeu: ‘Caralho, que boca.’ Engoli até à garganta, babo todo, bolas peludas a bater no queixo. Pedro ao lado, pila dura nos calções. ‘Junta-te’, disse eu, voz rouca. Ele obedeceu, pila ao lado da dele. Chupei uma, masturbo a outra, alternando. As duas cabecinhas juntas na boca, roçando uma na outra, elétrico. Pedro geme: ‘Lambo-a também?’ João ri: ‘Vai, prova.’ Pedro pegou nela, chupou hesitante, depois voraz. Eu toquei-me, cu e cona encharcados, dedos dentro, gemendo alto.
João agarrou a minha cabeça, fodeu a boca forte, pila a pulsar. ‘Vou gozar!’ Tirei, ele jorrou na minha cara, quente, espesso, ondas grossas no peito. Pedro veio logo, enchendo-me a boca de porra doce. Engoli, beijei-o, trocámos o resto. João ainda meia dura: ‘Quero foder-te.’ Mas paramos aí, o suficiente para o fogo.
Saímos para o deck, nus sob as estrelas. O mar balançava suave, champanhe de novo. Senti-me rainha: luxo e luxúria pura. Pedro abraçou-me: ‘Foi perfeito, amor. Privilégio nosso.’ João piscou: ‘Número? Para mais queijo… ou iates.’ Ri-me, o corpo saciado, pele a brilhar. Voltei à villa, fodemo-nos a noite toda, revivendo. Inesquecível, elite do prazer.