Desde aquela noite maluca com a Sofia e o marido dela, a minha vida com o Pedro virou de pernas para o ar. Fazemos sexo quase todos os dias, cheios de fogo novo. Ele adorou ver-me com ela, os nossos seios colados, as conas a roçarem. Um dia, na cama, com os dedos dele dentro de mim, molhada até dizer basta, ele sussurra: ‘Queres repetir com a Sofia? Sozinhas, sem nós a ver.’ Hesitei… ‘Não sei, Pedro. Da última vez éramos quatro.’ Mas a minha cona traía-me, pingando. ‘Liga-lhe. Depois contas-me tudo enquanto te fodo.’ Excitei-me tanto que montei-o ali mesmo, gemendo ‘Está bem, eu ligo.’
No dia seguinte, sozinha em casa, disquei o número dela. Rimos das novidades, mas o ar estava carregado. ‘Vamos almoçar no Ritz, em Lisboa? Só nós, meninas.’ Ela aceitou na hora. O Pedro, ao saber, apertou-me a bunda: ‘Divirtam-se bem, amor.’ Naquela noite, comeu-me com fúria. Ao sair, vista com um vestido de seda amarelo, leve, abotoado à frente, o cheiro do meu perfume Tom Ford a envolver-me, ele beijou-me e senti a ereção dele contra mim.
A Montada da Tentação no Ritz de Lisboa
Cheguei primeiro ao restaurante do hotel, pedi um copo de espumante algarvio, fresco, bolhas a dançar na língua. O calor de Lisboa entrava pela janela, misturado ao aroma de jasmim dos jardins. Sofia apareceu, sublime num top de seda marinho e calças brancas justas. Beijámo-nos nas faces, mas os olhares demoraram. ‘Estás linda’, disse ela, os olhos no meu decote. Almoçámos salmão grelhado, vinho branco gelado, a tensão a crescer. ‘O Pedro sugeriu isto’, confessei. ‘Para nos divertirmos.’ Ela sorriu, inclinando-se: ‘Brindemos a ele.’ As nossas mãos roçaram debaixo da mesa.
‘Quero lingerie nova. Vens ajudar?’ Apontou a boutique exclusiva do hotel, vitrines com peças de La Perla. Entrei, o ar condicionado a arrepiar a pele, cheiro de lavanda cara. A vendedora, Alice, ruiva voluptuosa, saia de cabedal preta colada às curvas, decote a rebentar com seios enormes, trancou a porta: ‘Almoço, mas sirvo-vos na suite privativa. Sem pressas.’ Na suite, espelhos por todo o lado, sofá de veludo, champagne à disposição. Escolhi um sutiã vermelho rendado para ela, ela uma camisola negra transparente para mim. ‘Vai realçar os teus peitos’, disse, aproximando-o do corpo dela. Os mamilos dela endureceram.
A zip dela do top emperrou. ‘Merda!’ Ri-me, aproximei-me por trás, o calor da pele dela a queimar-me. Desci a zip devagar, as mãos nos seios nus. Ela gemeu, virou-se, beijou-me. Línguas quentes, molhadas. Alice surgiu: ‘Querem ajuda?’ ‘Sim, tira-lhe o sutiã’, disse Sofia. As mãos dela quentes no meu peito, desabotoou. Nuas, conas a pingar. Alice ajoelhou-se, baixou-me as cuecas. Beijávamo-nos, Sofia e eu, seios colados, enquanto Alice nos apalpava as bundas.
Explosão de Prazer Selvagem e Luxuriante
‘Manda-te, Alice, despe-te.’ Ela obedeceu, lenta, corpo de deusa: curvas perfeitas, cona depilada. Masturbou-se, chupou os dedos melados, girou para nós vermos tudo. ‘Estão excitadas, safadas.’ Dedos na cona de cada, a foder-nos devagar. Gemíamos, beijávamo-nos as três. Eu enfiei dois dedos na cona dela, Sofia outro. Ela gozou, sumo quente nas mãos. ‘Deita-te.’ Comi-a, língua na cona doce como mel, aspirando o néctar. Sofia sentou na cara dela, vibrador na minha cona: ‘O marido mandou, para o caso.’
No espelho, víamos-nos: putas em delírio. Depois, eu no meio, Sylvie a foder-me a cona com o vibrador, Alice o cu com dois dedos. ‘Aaaah, dói… mas fode mais!’ Gozei a gritar, unhas nas coxas delas. Elas lamberam o vibrador com o meu mel. Sofia cheguei Alice, conas a bater, claps molhados. Eu comia-as alternadamente: ‘Chupa mais forte a cona!’ ‘Lambe tudo!’ Usei os mamilos na cona delas, elas chuparam os meus seios melados.
De joelhos, dedávamo-nos, línguas em cu e cona, seios a roçar. Orgasmos em coro, corpos suados. Ficámos abraçadas, beijos lentos, o champagne esquecido. ‘Vamos vestir as peças.’ Saímos radiantes, sacos cheios, conas saciadas. Contei tudo ao Pedro no jet privado para a villa na Algarve – ele fodeu-me o resto da viagem. Um privilégio único, esta luxúria de elite. Nunca me senti tão viva.