Estava no Four Seasons em Lisboa, aquele hotel de sonho com lençóis de seda e vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Pedro, o meu marido, saíra para uma ‘reunião’. O telemóvel dele vibrou na mesa de mármore. ‘Sinto-te tanto, amor. Vem depressa. Beijos molhados, Ana.’ Li três vezes. O sangue ferveu. ‘Seu cabrão’, pensei. Cinco anos juntos, e ele trai-me com uma secretária qualquer.
Naquele instante, decidi. Liguei ao Luís, o meu ex da faculdade, agora um playboy rico em Paris. ‘Vem a Lisboa. Jantar no hotel. Tenho saudades.’ Ele riu, voz grave: ‘Mariana, ainda me enlouqueces.’ Horas depois, ele chegou, fato Armani, perfume Tom Ford que me fez tremer as pernas. Vestira uma robe de seda preta, curta, que mal tapava as ligas. O quarto, luzes ténues, champanhe Dom Pérignon gelado.
A Tensão no Hotel de Luxo e o Jet Privado
Pedro entra, pálido. ‘Quem é este?’ Eu sorri: ‘Luís, um velho amigo. Senta-te.’ A tensão subiu como a noite portuguesa, quente e pegajosa. Servi caviar, o sal no ar misturado ao suor. Luís elogiava: ‘Estás divina, Mariana. Essas pernas… lembro-me bem.’ Pedro engolia seco. Eu cruzei as pernas devagar, a robe subindo, revelando a renda preta das cuecas. ‘Está calor, não?’, disse, abrindo mais.
Pedro tentou: ‘Mariana…’ Calou-o com um olhar. ‘Ele traiu-me. Agora, vê.’ Luís piscou, mão na minha coxa. A seda roçava a pele, arrepios. ‘Podes tocar’, sussurrei. Ele deslizou os dedos, lento, até à borda da renda. O meu sexo pulsava. Pedro olhava, olhos flamejantes, mas a braguilha dele inchar.
‘Vamos ao jet privado’, disse eu. Minutos depois, no céu noturno, rumo à Algarve. O jet cheirava a couro novo, vinho verde espumante. No iate ancorado na marina de Vilamoura, villa de luxo à vista, estrelas refletidas no mar. Desci a robe. Só ligas, salto alto, seios livres, mamilos duros. ‘Dança comigo, Luís.’ A música pulsava, corpo colado ao dele. Senti a ereção dura contra mim.
O Clímax Selvagem no Iate da Algarve
‘Quero-te’, murmurou ele. ‘Então fode-me.’ No deck, sob a lua algarvia, ele rasgou as cuecas. A cona molhada exposta ao ar salgado. Pedro assistia, punheta na mão. Luís ajoelhou, língua no clitóris, chupando voraz. ‘Ah, caralho, sim!’, gemi. Dedos dentro, dois, três, esticando-me. ‘Estás tão apertadinha.’ Levantei-o, abri a braguette. A pila dele, grossa, veias saltadas, pré-gozo a pingar.
Chupei, fundo, garganta apertando. ‘Boa putinha’, grunhiu. De pé, virei-me, ancas empinadas. ‘Mete na cona.’ Ele obedeceu, empurrão brutal. ‘Fode mais forte!’ O iate balançava com as ondas, pila a rasgar-me, bolas batendo no cu. Gritei: ‘Sim, enche-me de porra!’ Pedro gemia ao lado, gozando no chão de teca. Luís acelerou, mãos nos seios, beliscando mamilos. ‘Vou gozar!’ Jatos quentes inundaram-me, escorrendo pelas coxas.
Caí de joelhos, lambi o resto, salgado e luxurioso. Pedro aproximou-se, olhos humilhados mas excitados. Abracei-o: ‘Agora só tu e eu.’ Luís partiu no jet de volta. No quarto da villa, Pedro fodeu-me devagar, terno. ‘Perdoa-me.’ ‘Amo-te, mas senti o luxo da vingança.’ Dormimos entre sedas, o mar sussurrando. Foi épico, privilégio de deusa. Nunca me senti tão viva, tão fodida de prazer.